segunda-feira, 1 de setembro de 2014

E entretanto, num universo paralelo ao nosso...

... onde não existem bancos maus e expressões como "restrições orçamentais" não fazem parte do léxico corrente, ouvimos coisas destas:


É o pânico: Oliver lesionou-se e pode ficar umas semanas sem jogar... é melhor que venham mais reforços! Diz que estão curtos nas soluções de ataque, e compreende-se o desabafo: como é que o homem se vai desenvencilhar só com Evandro, Quaresma, Brahimi, Adrian, Tello, Sami, Jackson, Aboubakar, Ricardo e Quintero?

11 comentários :

  1. Coitado do Paulo Fonseca … quando viu isso deve ter cortado os pulsos.

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    1. Bem, se fosse o Paulo Fonseca a pedir mais jogadores com esta abundância, era linchado pelos adeptos...

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  2. Fora os que já dispensou, como o novo Deco ou aquele moço que está em loop permanente no museu...

    Queres reforços? Vai à Doyen...

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    1. Uma fartura... vivem-se tempos de abundância lá para os lados da VCI. :)

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  3. "Mind games" Mestre de Cerimónias, "mind games", desmoralizar os adversários e os pobres de espírito faz parte da estratégia permanente do FCPORTO.

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    1. Ahahah, sim, parecem-me mind games, mas com outros destinatários (que por acaso estão pouco habituados a receberem recados na praça pública). :)

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  4. Há uns tempos eu disse que o Porto subcontratou o seu futebol profissional nesta época. Facto que é comprovável pelos negócios que esse clube tem feito, pela proveniência da maioria dos jogadores, e claro pelo treinador, que foi imposto por quem tem facilitado estas colocações de jogadores no porto, para estes se valorizarem. E a prova disto é a forma como um treinador sem currículo se comporta, pois sabe que tem as costas quentes.

    Esta nova realidade no Porto, uma espécie de Braga em versão grande, ou "Valência" português (foi o fundo que todos conhecemos que colocou o Nuno Espírito Santo em Espanha, um treinador que também não passa pela cabeça de ninguém que pudesse passar de um Rio Ave para um dos maiores clubes espanhóis, sem que houvesse interesses extra-desportivos por detrás disso). É de facto um corte radical com a tradição dos fruteiros, que indicia duas coisas: em primeiro lugar não há ali nenhuma saúde financeira, pelo contrário, é a fragilidade financeira que os leva a terem de se fazer úteis a terceiros; em segundo lugar, o protagonismo do Lopetegui só comprova o vazio de liderança que existe actualmente no Porto. Um protagonismo que implica a secundarização, e até a marginalização, dos jogadores que já estavam no plantel, porque urge valorizar as novas contratações de espanhóis. Para se saber quem manda no Porto, é só seguir o dinheiro. Mas é claro que enquanto a equipa for ganhando, os fruteiros não se chateiam nada. Só aqueles que forem um pouquinho mais lúcidos acharão que a "esmola" é grande.

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    1. Caro anónimo, eu não conseguiria escrever melhor. Com a sua licença, vou fazer um post com este comentário. Prefere uma outra identificação (nick ou nome) a acompanhar o texto? Um abraço.

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    2. Mestre, não, basta "anónimo". Faça o que entender, a "casa" é sua. :) Corrija só os erros ortográficos, se não se importa. Escrever à pressa num ipad dá asneira. No segundo parágrafo, a seguir ao parêntesis devia estar uma vírgula, e não um ponto final, e depois "é" e não "É".

      Este assunto vai dar MUITO que falar...

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    3. OK, vou rever o texto antes de o publicar - vou publicá-lo amanhã de manhã.

      É de facto um assunto que vai dar muito que falar, coloca o dedo na ferida de uma forma muito incisiva.

      Um abraço!

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    4. Este comentário já chegou a outras latitudes da blogosfera: LINK

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