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domingo, 20 de outubro de 2013

Vamos aprender com os animais #4: Joe Berardo

Berardo é aquilo que os adeptos gostam de apelidar de "papagaio". Fala demasiado, muitas vezes de forma inoportuna, e quase sempre à base de críticas destrutivas. Especialmente se o alvo for Jorge Jesus.

Não ficaria mal a Joe Berardo ver o que Jorge Jesus tem conseguido em comparação com os seus antecessores. Às vezes melhor e outras vezes pior, Jorge Jesus procura retirar o melhor rendimento possível do plantel que tem à sua disposição. E, do ponto vista exibicional, dificilmente outro treinador conseguiria melhor que Jesus. Jesus gosta do Benfica, gosta que o seu público veja bom futebol, e merecia um pouco de mais compreensão.

Berardo, veja lá se aprende um pouco com este papagaio. O bicho pode não ser vermelho, mas percebe as boas intenções de Jorge Jesus.

sábado, 19 de outubro de 2013

Vamos aprender com os animais #3: Paulo Fonseca

Paulo Fonseca foi um dos dois treinadores que mais se destacaram no campeonato do ano passado. Ao levar o Paços de Ferreira a um histórico 3º lugar, Paulo Fonseca saltou para as luzes da ribalta, demonstrando uma personalidade interessante nos vários programas sobre futebol em que participou após o final da época, ainda antes de ser contratado pelo Porto.

No entanto, após ter passado a ser treinador do Porto, uma casa em que personalidades fortes não são vistas com bons olhos, Paulo Fonseca não resistiu ao novo ambiente e rapidamente se subjugou aos caprichos dos seus novos patrões.

Ao não resistir atacar o primeiro árbitro que o prejudicou, apenas dois minutos após ter saído do relvado da Amoreira, Paulo Fonseca demonstrou estar bem amestrado. Uma semana depois, após ter sido beneficiado de forma evidente, Paulo Fonseca escudou-se em desculpas esfarrapadas para não ter que comentar um assunto incómodo para as suas cores. A estrutura do Porto deve estar orgulhosa por ter feito um excelente trabalho de domesticação em tão pouco tempo.

Paulo Fonseca poderia seguir o exemplo deste urso, que numa sessão de formação dada por uma funcionária do departamento de comunicação da casa que lhe dá roupa e cama lavada, manteve a espinha bem direita e não deixou que lhe subjugassem o espírito selvagem que o define enquanto ser.


Em vez disso, o treinador do Porto transformou-se numa coisa mais deste género:


sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Vamos aprender com os animais #2: Rui Patrício

Rui Patrício é um excelente guarda-redes que tem vindo a demonstrar uma enorme evolução em vários aspetos do jogo, nomeadamente no que toca ao não apanhar com as mãos bolas atrasadas pelos seus colegas, e também relativamente ao jogo de pés.

No entanto, no jogo com Israel, Rui Patrício teve uma recaída. Sentiu confiança para colocar a bola jogável com o seu pé mais fraco, mas acabou por entregá-la ao adversário que não desperdiçou a oportunidade de empatar o jogo.

Rui Patrício devia aprender com esta ovelha, que sabendo das limitações técnicas da sua pata direita, procura compensar essa falta de talento com muita atenção à movimentação da bola e dos adversários. O ovídeo tem também consciência da sua superioridade física em relação ao adversário, preferindo proteger com o corpo o esférico até zonas de menor perigo, do que lhe dar um pontapé atabalhoado que muito provavelmente seria intercetado.

Este quadrúpede lãzudo conhece bem as suas forças e fraquezas, mostrando critério na tomada de decisão. Consequentemente, quem acabou no chão foi o adversário, ao contrário do que aconteceu no lance infeliz de Rui Patrício.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Vamos aprender com os animais #1: Paulo Bento

Homem de ideias fixas e pouco audaz na exploração de novas oportunidades, Paulo Bento pode deitar os olhos ao comportamento destas araras.

Ao verem comida fresquinha em lugares pouco habituais e difíceis de alcançar, as araras preferiram não esperar pela hora em que os tratadores iriam encher os seus comedouros com sementes insípidas e pouco apetitosas. 

Assim, aconselho a Paulo Bento a visualização deste vídeo de 4 minutos em que bichos com um cérebro do tamanho de uma noz procuram continuamente novas abordagens para resolverem o problema, até conseguirem atingir os resultados desejados.