Mostrar mensagens com a etiqueta Wilson Eduardo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Wilson Eduardo. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Wilson

Dentro da tristeza que foi a derrota de ontem e a consequente eliminação da Taça de Portugal, fica uma pontinha de satisfação por Wilson Eduardo. Ontem mais uma vez demonstrou que será sempre um dos nossos.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Dona Lídia

                                                                                                                                     
Toma...


... e embrulha.


quarta-feira, 23 de julho de 2014

Saídas

Sobre as vendas / empréstimos de Wilson, Salomão e Zezinho                                              
O inevitável emagrecimento do plantel às ordens de Marco Silva começou há alguns dias e tem decorrido a um ritmo elevado. Já me tinha referido à saída de Rinaudo, que faz todo sentido em função da escassa utilização que muito provavelmente teria caso permanecesse em Alvalade e do alto vencimento que aufere. Vou dedicar agora algumas palavras às saídas mais recentes.

Wilson Eduardo: depois do que vimos nos dois jogos particulares em que participou, fica a sensação de que poderíamos voltar a ter um Wilson extremamente útil se se confirmar a ideia de Marco Silva de aproximar os extremos à área. Wilson Eduardo não é o mais talentoso dos nossos jogadores, mas todos estamos de acordo que dá a ideia de poder render muito mais jogando numa posição um pouco mais interior. Não me esqueço do bom início de época que fez com Leonardo Jardim, do profissionalismo que sempre demonstrou quando não era opção regular, e do comportamento inatacável enquanto foi colocado a rodar noutros clubes. A saída para Zagreb parece ser uma boa oportunidade para o jogador, e os termos do acordo são bastante interessantes para o clube, pelo que lhe desejo sinceramente que tudo corra como deseja nesta aventura croata. Wilson merece-o.

Diogo Salomão: é um jogador que há muito se percebeu que não tem lugar no plantel do Sporting. O empréstimo por mais um ano ao Deportivo é uma boa solução, já que o clube fica livre de encargos até ao final da época. Continuo é sem perceber o porquê de o Sporting ter renovado o contrato com Diogo Salomão por 5 anos no início da época passada. De qualquer forma, desejo-lhe que tenha muito mais sorte do que no ano passado.

Zezinho: emprestado por um ano ao AEL Limassol, ficando o clube cipriota com opção de compra do passe por €1M. Os jogos que Zezinho fez com Jesualdo Ferreira foram de bom nível, e era um dos jogadores em quem depositava mais expetativas. Atendendo aos contornos desta cedência, é evidente que a estrutura do Sporting não tem a mesma ideia do atleta. Não consigo perceber o motivo, tal como não consegui perceber o desterro a que o jogador foi sujeito no ano passado num clube do fundo da tabela do campeonato grego.

sábado, 19 de julho de 2014

Ideias muito interessantes


Apesar de Marco Silva ter optado por um onze que se assemelhou muito à equipa-tipo de Leonardo Jardim (apenas Patrício, Rojo e William não jogaram, por motivos óbvios), perceberam-se algumas diferenças no posicionamento dos jogadores em campo.

  • Quando o Sporting recupera a bola, ambos os laterais sobem de imediato. Um dos médios desce para a linha dos centrais para iniciar a construção (normalmente Rosell, mas também Adrien e, mais esporadicamente, André Martins o fizeram), ficando arrumados numa espécie de 3-5-2.
  • A atacar (podia escrever "Em organização ofensiva", mas soaria demasiado pomposo para os meus limitados conhecimentos táticos), apenas os laterais estão encostados à linha, enquanto que Carrillo e Wilson Eduardo ocuparam uma posição mais interior. 
  • Enquanto que na época passada o ataque do Sporting viva essencialmente das combinações nos flancos entre Adrien / Jefferson / Extremo Esquerdo ou André Martins / Cédric / Extremo Direito, desta vez vimos Adrien e André Martins a jogar numa posição central, e os desequilíbrios pelos flancos ficavam a cargo das combinações entre lateral (Cédric e Jefferson) e extremo (Carrillo ou Wilson).
  • André Martins pareceu jogar durante muito tempo ao lado de Montero, vindo menos vezes atrás em atividades defensivas do que com Leonardo Jardim. Pelo contrário, quer Carrillo quer Wilson tiveram uma participação defensiva bastante assinalável.

O que me parece é que a ideia de Marco Silva passa por ter uma equipa mais imprevisível a construir, e com mais elementos a participarem em simultâneo no processo ofensivo (raios!, não consegui evitar). Com Adrien ou Rosell a transportarem a bola para o meio campo adversário, ficam com várias opções de passe: Montero e André Martins pelo meio (qualquer um recua uns passos para poder receber a bola), e Wilson e Carrillo mais próximos, com os laterais prontos a arrancarem. Wilson e Carrillo também servem de apoio mais próximo no caso de a bola chegar a Montero ou Martins. Ou seja, os adversários terão mais dificuldade em perceber por onde vai a bola seguir, obrigando-os a esticarem-se a toda a largura do terreno.

Fica a incógnita sobre se a equipa não ficará mais vulnerável a contra-ataques adversários. De qualquer forma, à partida agrada-me esta ideia mais ambiciosa de jogo de Marco Silva. Vamos ver se esta ideia é para manter (partindo do princípio que percebi corretamente as intenções do nosso treinador).

Escrevo isto enquanto a Sporting TV transmite a 2ª parte do Sporting - Belenenses, pelo que não vou fazer considerações sobre o que se passou durante os segundos 45 minutos. Em relação à primeira parte, acho que foi muito positiva. Exibição em crescendo. Inicialmente a equipa pareceu um pouco atabalhoada e com dificuldades de chegar à área adversária, mas com o decorrer da partida os jogadores pareceram entender-se melhor e conseguiram vários lances de perigo.

Grandes golos de Wilson Eduardo e André Martins (há quanto tempo não marcávamos de livre direto?). Este Wilson tem lugar no plantel, e a posição mais interior favorece-o. O único reforço que jogou na primeira parte foi Rosell, e pareceu-me um jogo muito positivo. Garra a defender, muito bom toque de bola e qualidade de passe.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Balanço de 2013/14: Avançados


Montero (**)

Extraordinária primeira metade de época. Incrivelmente eficaz na finalização, mas aquilo que deu ao jogo do Sporting foi muito mais do que isso. A seca de golos acabaria por aparecer e com isso os seus níveis de confiança caíram a pique. Desejamos todos que tenha sido a falta de férias que tenha causado isso, e que o Montero das primeiras jornadas regresse em força. Se isso acontecer, será um grande reforço.

Slimani (**)

Começou por ser utilizado como suplente, no famoso plano B. Nos primeiros jogos as coisas não lhe correram bem, mas Slimani acabou por se transformar numa arma importantíssima. A sua entrada em campo era suficiente para intimidar os defesas adversários, e muitas vezes acabou por resolver jogos que pareciam encalhados. Acabou por conquistar a titularidade e justificou essa aposta de Leonardo Jardim, continuando a marcar vários golos que valeram bastantes pontos ao Sporting.

Capel (*)

Longe da influência dos anos anteriores. Foram poucos os jogos bem conseguidos. A sua utilidade praticamente que se limitou a sacar amarelos aos adversários.

Carrillo (**)

Extremamente inconsistente, mas continua a ser o extremo mais desequilibrador que o Sporting tem. Nos dias bons resolveu jogos, mas infelizmente os dias maus apareceram em maior número. Não merece o tratamento que grande parte dos sportinguistas lhe está a dar.

Heldon (*)

Veio para o Sporting no mercado de inverno, conquistou de imediato a titularidade, mas nunca justificou essa aposta. Infelizmente foram poucos os jogos em que foi um fator desequilibrador, e não foi por falta de oportunidades. Esperamos todos mais dele na próxima época.

Wilson Eduardo (**)

Bom início de época. Foi sempre um jogador útil e disponível, mas acabou por se eclipsar à medida que os adversários aprenderam a bloquear os caminhos da baliza ao Sporting.

Carlos Mané (**)

Começou a época na equipa B. Gradualmente foi ganhando o seu espaço nas convocatórias, minutos de jogo, e acabou por ser dos avançados mais utilizados na segunda volta. Mais a extremo, mas também demonstrou ser muito útil no centro do terreno. Imenso potencial, é um jogador de quem os sportinguistas esperam muito.

Cissé (-)

Uma contratação falhada, que nem sequer no Arouca se conseguiu impôr. Dificilmente fará parte do plantel do próximo ano.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

O Sporting e os fundos

No meio do desastre que foi a gestão de Godinho Lopes, um dos piores erros foi a venda de percentagens de passes de jovens da academia a fundos e outras empresas. 

Salários principescos, má política de contratações, ausência de rumo desportivo, tudo isso com mais ou menos esforço pôde ser estancado ao fim de algum tempo, como a direção de Bruno de Carvalho demonstrou. Mas a forma abusiva como a direção de Godinho Lopes entregou a terceiros percentagens consideráveis de passes de jogadores da academia é algo que continuará a ter impacto ao fim de 3, 4, 5 anos. Aceito que se faça isso para jogadores contratados por valores consideráveis. É uma forma de comparticipar um custo elevado e reduzir o risco de uma aquisição. Mas para jovens da academia é inaceitável.

Em Portugal a valorização de jogadores é fundamental para ter contas saudáveis. Se os jogadores valorizados tiverem origem na academia, as potenciais mais-valias serão certamente mais interessantes do que para jogadores contratados a outros clubes. Com a política seguida pelas últimas direções, a valorização dos jogadores estava hipotecada à partida, pois apenas uma pequena percentagem dos direitos económicos dos jogadores ainda eram pertença da SAD. Ou seja, o Sporting, se tivesse tido uma performance desportiva minimamente interessante, estaria essencialmente a trabalhar para gerar lucros para terceiros.

É certo que a academia tem custos consideráveis, mas que sentido faz estar a vender percentagens de passes de jogadores que poderão vir a transformar-se em estrelas, a troco de quantias irrisórias apenas para satisfazer necessidades de tesouraria mais prementes?

Por exemplo, como é possível termos cedido à Holdimo esta quantidade de passes?

Bruma - 50 por cento
Ilori - 20 por cento
Cedric - 25 por cento
João Mário - 15 por cento
Marcelo Boeck - 15 por cento
Jeffrén - 20 por cento
André Martins - 25 por cento
Diego Capel - 15 por cento
Adrien Silva - 20 por cento
Esgaio - 25 por cento
Arias - 20 por cento
Schaars - 15 por cento
Elias - 20 por cento
Betinho - 45 por cento
+ 14 jogadores num total de 28 jogadores


Felizmente que, ao promover a entrada da Holdimo no capital da SAD, os passes acima referidos foram recuperados. Só nas vendas de Bruma e Ilori, as percentagens de passe que tinham sido cedidas à Holdimo acabaram por valer mais de €7M ao Sporting.

Para além da Holdimo, a direção de Godinho Lopes formou uma parceria com a ESAF (Espírito Santo Activos Financeiros) para criar o Sporting Portugal Fund. Ao formar-se o fundo, em agosto de 2011, foram estas as percentagens de passes entregues por Godinho Lopes e a respetiva valorização:


Mais tarde, em janeiro de 2012, houve outra transferência de passes de jovens da academia.


Destes nomes saltam à vista Wilson Eduardo, André Martins e William Carvalho. William tem andado nas bocas do mundo por supostamente existirem vários clubes de topo interessados na sua contratação. Não vou entrar aqui em números megalómanos porque isso é conversa de benfiquista encantado pela liderança de Vieira, mas certamente que 40% do passe de William valerá bem mais do que os €400.000 que o Sporting recebeu há dois anos. 

Surgiram também notícias de que o Sporting quer recuperar essas percentagens de passes de jogadores. Estive a ler o regulamento de gestão do Sporting Portugal Fund e não encontro qualquer referência a opções de recompra por parte do clube, o que significa que terá que passar sempre por uma negociação entre o clube e o próprio fundo.

O fundo é gerido por cinco elementos. Três são nomeados pela ESAF e os outros dois são pessoas ligadas ao mundo de futebol, que não podem ser nem agentes de jogadores nem funcionários do Sporting.

Não sendo nem de perto nem de longe um especialista nestes assuntos, tanto quanto percebi o fundo funciona com base numa tabela que avalia periodicamente os jogadores que fazem parte da sua carteira de passes. Se houver um clube que queira contratar um destes jogadores ao Sporting, e se o valor oferecido for igual ou superior ao valor de tabela do jogador, o Sporting é obrigado a vendê-lo. Se não vender, o Sporting tem que pagar ao Sporting Portugal Fund o valor a que teriam direito se a transferência se concretizasse.

Suponho que a negociação tenha como base o tal valor tabelado de William, e só por aí compreendo o que foi escrito nesta notícia:

in abola.pt

Se existisse uma claúsula de recompra na cedência dos passes dos jogadores, não haveria necessidade de se chegar a um entendimento com a ESAF. Pagava-se e pronto. O que me parece é que a tal tabela de avaliação dos jogadores deve ser atualizada periodicamente, nomeadamente no final de cada ano -- e terá sido esse adiamento da reavaliação do jogador que poderá estar a ser referida nesta notícia. Quero que fique claro que estou apenas a especular em função do que se sabe publicamente.

A verdade é que, atendendo a que a rendibilidade do Sporting Portugal Fund foi de -25% em 2012, vai ser preciso contar com muito boa vontade do BES para conseguir recuperar as percentagens de passes dos nossos jogadores por valores acessíveis. Se isso se confirmar, será sinal inequívoco que teremos no BES um parceiro na verdadeira aceção da palavra.

De qualquer forma, é muito positivo ver que a direção de Bruno de Carvalho está a trabalhar para inverter esta situação tão lesiva dos interesses do clube. Esperemos que também aqui consiga ter sucesso.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

E que tal um sumaríssimo para começar o ano?


Aos 22 minutos do Sporting - Porto, William faz um passe em profundidade para Wilson Eduardo, que fica na cara de Fabiano. O jogador do Sporting acaba por cair, embrulhado entre Fabiano e Mangala. Reclamou-se falta, mas o lance já tinha sido indevidamente interrompido pelo fiscal-de-linha, que viu um fora-de-jogo inexistente.

Wilson teve que ser assistido, e acabou por permanecer alguns minutos fora-de-campo para lhe fecharem a ferida. A camisola também teve que ser trocada por ter sangue.

As facas japonesas anunciadas na TV não conseguiriam abrir um corte tão limpo no nariz de Wilson

O leitor Sar tirou um vídeo que mostra que Mangala agride Wilson. Não há desequilíbrio que justifique aquela bolachada aplicada na cara de Wilson. A repetição que começa aos 31s é particularmente elucidativa.


Compreendo que o árbitro e o fiscal-de-linha não tenham visto a agressão, mas parece-me que se justifica o envio destas imagens para o Conselho de Disciplina. Já vi sumaríssimos por menos.