Mostrar mensagens com a etiqueta Artur Soares Dias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Artur Soares Dias. Mostrar todas as mensagens

domingo, 14 de abril de 2019

Há Dias difíceis

Qualquer prognóstico feito pelos adeptos ao Aves - Sporting ficou obsoleto ao fim de quatro minutos. Artur Soares Dias decidiu fazer história aos 4' mostrando um cartão vermelho a Renan - nunca um jogador do Sporting tinha sido expulso, em qualquer competição, com tão pouco tempo decorrido - da forma mais artursoaresca possível: recorrendo aos mais finos limites da interpretação, como sempre parece acontecer quando o Sporting está envolvido. É indiscutível que Renan derruba o adversário e é indiscutível que era uma jogada de perigo, mas é discutível que o jogador do Aves estivesse numa posição assim tão clara para marcar - corria na direção da linha de fundo e não em direção à baliza, e o ângulo em que se encontrava não era propriamente favorável para uma situação de concretização. Ainda assim, vermelho mostrado, e o Sporting viu-se condenado a jogar em desvantagem numérica durante os restantes 94' de jogo que se disputaram.

Fonte: zerozero.pt
Verdade seja dita que tal desvantagem numérica não se notou no decurso do jogo. O Sporting controlou a partida do princípio ao fim, sabendo gerir os ritmos de jogo e sendo inteligente e acutilante nos momentos ofensivos. Chegou à vantagem no marcador com naturalidade através de Luiz Phellype (quarto golo nos últimos cinco jogos) e, após o único lance de verdadeiro perigo do Aves que resultou em penálti (bem assinalado) e no empate, não tardou a recolocar-se na frente através de Mathieu, num lance que ficará lembrado sobretudo pelo medo que Bruno Fernandes provoca às defesas adversárias: a dúvida de que, apesar da distância, o livre pudesse ser batido direto pelo capitão, levou a que um defesa do Aves descesse para junto do poste - movimento aproveitado de imediato por Coates e Mathieu, que se adiantaram e ajudaram a que se criasse o decisivo desequilíbrio para fazer abanar as redes. Mas o marcador não ficaria fechado sem que Bruno Fernandes apontasse o 28º golo da época de cabeça (!), encerrando em definitivo as dúvidas sobre quem seria o vencedor. Vale também a pena referir que, pelo meio, Soares Dias ainda transformou uma obstrução de Diego Galo sobre Acuña que deveria valer o 2º amarelo ao defesa do Aves num amarelo ao argentino do Sporting. Há Dias mais difíceis que outros, mas felizmente o Sporting soube contornar os obstáculos colocados e arrecadou os três pontos com inteira justiça.

A equipa parece estar a atravessar o melhor momento da época, tendo alcançado ontem a 7ª vitória consecutiva. Não surpreende que este período coincida com o espaço de tempo em que se voltou ao ritmo de um jogo por semana. Isto demonstra que, havendo um plantel tão desequilibrado e carente de alternativas, uma boa condição física dos titulares é fator fundamental para que se consiga manter um nível de regularidade compatível com a luta pela vitória no campeonato. O desgaste causado pelo ritmo frenético de jogos entre outubro e fevereiro acabou por matar essa pretensão. Espero que, pelo menos, se aprenda com esta experiência e que a estrutura de futebol saiba estabelecer as prioridades certas para a época de 2019/20.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

3 vitórias em 16 jogos

Esta é a (aterradora) estatística que, segundo Hélder Amaral, o Sporting tem em jogos em que o árbitro assistente Paulo Soares - nomeado para o dérbi de amanhã - é interveniente. Em 16 partidas disputadas com este fiscal-de-linha, o Sporting ganhou 3, empatou 7 e perdeu 6.

Segundo o comentador sportinguista, um desses jogos foi o Braga - Sporting da época passada para a Taça de Portugal, em que anulou incorretamente um golo a Slimani no prolongamento, que daria o 4-3 para o Sporting. Como sabemos, o golo não contou, e o Braga acabaria por marcar alguns minutos depois, vencendo a eliminatória por 4-3.


Aqui ficam as palavras de Hélder Amaral, ontem, na CMTV, quando lhe foi pedido o comentário sobre a nomeação de Artur Soares Dias:


Se esta estatística de Paulo Soares for verdadeira (deixo essa hipótese, pois Hélder Amaral fala em 13 jogos, o que não bate certo com as 3V+7E+6D), é realmente caso para se rezar a todos os santinhos disponíveis: não bastava a nomeação de Soares Dias - que, como disse Hélder Amaral, tem tido MUITO azar em vários jogos que apita do Sporting -, como temos também um fiscal-de-linha que também não nos tem trazido grande felicidade... é que uma taxa de 18,75% de vitórias só pode ser produto de muito, muito azar.

P.S.: entretanto já fiquei a saber a lista de jogos em que Paulo Santos foi interveniente. Confirma-se: 3 vitórias em 16 jogos. Estes dados incluíam jogos da equipa B, mas se excluirmos essas partidas, a estatística fica arrumada da seguinte forma: 2 vitórias em 13 jogos (2V, 6E, 5D). Assustador.


(obrigado, @casrch!)

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Eu ainda sou do tempo em que os árbitros faziam boicotes

Estado de sítio. Alta tensão. Estado de emergência. Taça dos horrores. Bronca. Caos. As manchetes das capas dos desportivos dos últimos dois dias resumem bem o ponto a que chegou o futebol português. No centro da polémica está a arbitragem, algo que não é propriamente uma novidade na história das últimas décadas do futebol português.

Não é difícil perceber como se chegou a este estado: dez anos de liderança de Vítor Pereira, dez anos em que houve tempo e condições para que se formasse o atual quadro de árbitros, dez anos em que se seguiu um critério de ascensão de novos valores até ao primeiro escalão da arbitragem que assentou na lealdade a um determinado clube. 

Não espanta, portanto, que estes árbitros não sintam qualquer pudor ou receio em decidir para um lado ou para o outro conforme as cores das camisolas. Dá para perceber que sentem as costas bem protegidas por quem manda no futebol em Portugal. Os únicos árbitros que estão realmente em risco são aqueles que não dançam ao ritmo da música tocada pelo DDT. A melhor demonstração de poder que houve até hoje na arbitragem nacional foi a forma como Marco Ferreira foi despromovido, após ter estado em duas derrotas do Benfica - e não obstante ter sido nomeado para a final da Taça de Portugal, distinção que normalmente fica reservada para árbitros que fazem uma boa época.

Infelizmente, serão poucos os dirigentes federativos e jornalistas que procurarão fazer um diagnóstico preciso do vergonhoso estado em que a arbitragem voltou a cair. Muito menos haverá quem tenha coragem para tomar medidas exemplares. A ação de determinados branqueadores - os mesmos que se apressaram em partilhar a dor benfiquista sobre o choro do antijogo - já se começa a fazer sentir, e não tardará muito para que volte tudo ao ponto em que estava há três dias. A única diferença é que o Benfica tem a estrada aberta para a conquista de mais um título. É que mesmo estando o Sporting em má forma de há alguns meses para cá, foram necessários, no dérbi de dezembro, dois erros de arbitragem grosseiros para o Benfica sair vencedor no seu próprio terreno.

O mal está feito, começa a haver uma escalada de tensão perigosa, que ninguém sabe onde irá parar. Ontem, um grupo de adeptos - supostamente portistas - entrou no centro de treinos dos árbitros, na Maia, e ameaçaram Artur Soares Dias, a sua família, e ainda o presidente do Conselho de Arbitragem, José Fontelas Gomes, que também se encontrava no local. Considerando que o Porto jogará amanhã em Paços de Ferreira e que Artur Soares Dias será o juiz da partida, é impossível que o árbitro entre no relvado sem se sentir condicionado pelo que se passou. Como reagiu o árbitro, o CA e a classe em geral? Condenando o sucedido de forma veemente e decidindo a escusa do árbitro da partida de amanhã? Não. Demonstrando preocupação e convocando uma reunião com todos os clubes profissionais, para debater o que se está a passar.

Há cinco anos, na época de 2011/12, o Sporting foi prejudicado de forma óbvia no arranque do campeonato. O clube reagiu apresentando um conjunto de propostas para o setor, a par de críticas ao que se estava a passar. Na altura, Godinho Lopes disse:
"Não vou tolerar a falta de isenção demonstrada em jogos do Sporting. Posso provar erros sistemáticos e isso é incompetência. A forma como somos tratados em Alvalade revela falta de respeito. Não queremos ser beneficiados, mas não aceitaremos ser prejudicados."

O Sporting também se demonstrou desagradado com a nomeação de João "pode ser" Ferreira para a partida seguinte, que se disputaria em Aveiro, contra o Beira-Mar. O mesmo João Ferreira que, curiosamente, é hoje um dos vice-presidentes do Conselho de Arbitragem. Apesar de se estar muito, muito longe da gravidade do episódio que aconteceu ontem, e apesar de os protestos do Sporting não terem sido particularmente fortes (um ano antes, o Benfica tinha sido bem mais violento, após uma derrota em Guimarães, onde ameaçou não comparecer à Taça da Liga e de boicotar a presença dos seus adeptos nos jogos fora), João Ferreira recusou-se a arbitrar o Beira-Mar - Sporting. A atitude foi seguida, em solidariedade, por todos os outros árbitros. A classe da arbitragem encheu o peito e recusou-se a arbitrar a partida. Estava decidido o boicote aos jogos do Sporting.

Para além dos campos que vão inclinando, semana após semana, nos relvados nacionais, a diferença de atitude perante protestos do Sporting em relação a protestos de Benfica e Porto é a melhor prova de que os árbitros, enquanto classe, se habituaram a desrespeitar o Sporting. Enchem o peito e põe-se em bicos de pés para nos afrontar, mas acobardam-se, pedem desculpa e tentam ser conciliadores quando os queixosos são Porto ou Benfica. Eu também sou do tempo em que um adepto agrediu um árbitro auxiliar em pleno jogo sem que tenha havido qualquer punição ou reação da classe dos árbitros e da FPF. 

Assim se explica muito do que foram os últimos 30 anos do futebol português.

domingo, 2 de outubro de 2016

Três observações mais a frio

1. Não é possível deixar de ficar preocupado perante a forma como esta equipa se parece desligar dos jogos a determinada altura. O caso de Madrid é diferente, pois falamos de um adversário que tem valores individuais de tal forma estratosféricos, que se arrisca a marcar um golo sempre que vai à frente. Mas aqueles 15 minutos de Vila do Conde, o que assistimos frente ao Estoril após o 3-0 e os últimos 20 minutos de ontem em Guimarães não são admissíveis numa equipa que pretende ser campeã. Tudo o que de bom foi feito nos restantes 60 / 70 minutos, foi traído por um período de desleixo que não pode acontecer. Gerir resultados não é isto. Falta também ratice a toda a equipa. Quando adversário está galvanizado, é necessário quebrar o ritmo ao jogo. Aproveitando qualquer toque para ir ao chão e não dar a tentação ao árbitro de mandar seguir o jogo ou queimar minutos com assistências médicas. São estratégias feias, mas legítimas, e que os outros não têm problemas em utilizar contra nós.

2. Vendo posteriormente os lances polémicos, é evidente que, sem prejuízo dos erros cometidos pelo Sporting, Artur Soares Dias teve uma atuação que teve uma influência decisiva no resultado. Nos dois lances de penálti (o não assinalado de Rúben Semedo e o assinalado de William), houve contacto, mas também houve tentativa do avançado em procurar esse contacto. A decisão tanto podia cair para um lado como para o outro. Também tenho muitas dúvidas sobre se há falta de Zeegelaar no lance que deu a falta que esteve na base do terceiro golo.

Mas não deixam dúvidas que existe:

a) Falta sobre Gelson que está na origem do 2º golo do Guimarães.

b) Falta sobre Schelotto no lance do 3º golo do Guimarães.

Os dois lances podem ser vistos aqui:


c) Uma agressão a Markovic na área do Guimarães que o árbitro não viu, que pode ser visto no blogue Sporting com Filtro (LINK).

3. Apesar de tudo isto, na pior das hipóteses ficamos a três pontos do Benfica. Há muito campeonato pela frente. Há que manter a calma e confiar em como a equipa conseguirá dar a volta a esta situação mais complicada. A qualidade está lá, falta ter a consistência necessária durante TODOS os 90 minutos.

sábado, 12 de março de 2016

Balanço das arbitragens: 25ª jornada

Sporting 0-1 Benfica (Artur Soares Dias)

1': Jonas cai na área ao tentar passar por William Carvalho, o árbitro não assinalou penálti - decisão certa, há contacto mas sem qualquer falta

27': Adrien cai na área ao tentar passar por Eliseu e Mitroglou, o árbitro não assinalou penálti - decisão certa, acaba por ser Adrien a promover o contacto

68': Slimani cai na área ao ser marcado por Lindelof, o árbitro não assinalou penálti - decisão errada, o defesa do Benfica fica a agarrar o argelino, impedindo-o de disputar a bola

85': Jimenez cai ao tentar passar por Ewerton, podendo ficar em posição muito favorável; o árbitro não assinalou falta - decisão errada, Ewerton parece usar os braços para desequilibrar Jimenez, que ficaria isolado perante Rui Patrício; ficou um cartão vermelho por mostrar

86': Renato Sanches faz uma falta por trás com os pitons sobre Bryan Ruiz, o árbitro mostrou-lhe o cartão amarelo - decisão errada, o jogador do Benfica devia ter sido expulso, pois trata-se de uma entrada perigosíssima

=: o penálti não assinalado sobre Slimani permitiria relançar o jogo (1X2)


Braga 3-1 Porto (Carlos Xistra)

15': Suk cai na área ao tentar passar por Ricardo Ferreira, o árbitro não assinalou penálti  - decisão certa, não parece haver nenhum movimento do jogador do Braga para derrubar o adversário, que sente o contacto e deixa-se cair

56': Novamente Suk a cair na área na disputa de bola com Ricardo Ferreira, o árbitro voltou a não assinalar penálti - decisão errada, o jogador do Braga coloca o braço por cima do ombro de Suk e agarra-lhe a camisola, impedindo a sua progressão

90': Martins Indi vê o segundo amarelo por falta sobre Aaron - decisão certa, a falta existe, é bastante dura, e corta uma jogada perigosa de contra-ataque

=: um penálti por assinalar com o resultado em 0-0 não resolveria o jogo mas deixaria o Porto mais perto da vitória, ao mesmo tempo que a reviravolta do Braga seria bastante menos provável (X2)



Estatísticas da jornada


Estatísticas acumuladas



Classificação



Jogos com influência da arbitragem no resultado



Erros de arbitragem com o resultado em aberto



Erros de arbitragem com o resultado em aberto agrupados por árbitro, desde 2013/14


sábado, 20 de fevereiro de 2016

Balanço das arbitragens: 20ª, 21ª e 22ª jornadas

Estoril 1-3 Porto (Tiago Martins)

=: jogo sem erros críticos, arbitragem sem influência no resultado


Sporting 3-2 Académica (Cosme Machado)

13': Hugo Seco empurra Carlos Mané, o árbitro não assinalou penálti - decisão errada, há um empurrão claro pelas costas

13': Ao fazer penálti sobre Mané, Hugo Seco devia ter sido expulso - decisão errada, Mané estava em frente à baliza, apenas com o guarda-redes a poder opôr-se ao golo

59': No segundo golo da Académica, o fiscal de linha assinala fora-de-jogo posicional de Gonçalo Paciência; depois de conferenciar com o árbitro muda de ideias e valida o golo - decisão errada, no momento do passe, Paciência está em posição irregular, tenta disputar a bola com Ewerton, e acaba por ter influência no auto-golo do central do Sporting

=: apesar dos erros, arbitragem sem influência no resultado


Moreirense 1-4 Benfica (Manuel Oliveira)

12': Gaitan tenta agredir Danielson, o árbitro não mostrou qualquer cartão - é verdade que a tentativa de agressão pode levar a um cartão vermelho, mas como o jogador argentino foi ostensivamente agarrado por Danielson a reação acaba por ter uma atenuante; um amarelo aceitar-se-ia.

=: arbitragem sem influência no resultado



Belenenses 0-5 Benfica (Nuno Almeida)

38': Dúvidas na abordagem de Jardel a um controlo de bola na quina da sua área - decisão certa, Jardel parece dominar a bola com o peito e, de qualquer forma, seria fora da área

41': No primeiro golo do Benfica, Renato Sanches derruba, sem bola presente, um adversário imediatamente antes do cruzamento de Pizzi para Mitroglou - decisão errada, o árbitro devia ter interrompido a jogada

52': Renato Sanches acerta com o braço em Sturgeon, o árbitro não assinalou qualquer falta - a falta é mais que óbvia e muito dura; pode alegar-se que seria caso para cartão vermelho, mas atendendo à disputa de bola é possível que não tenha havido intenção de agredir; como tal, aceitar-se-ia o amarelo

=: primeiro golo do Benfica foi irregular (X2)



Porto 1-2 Arouca (Rui Costa)

62': Brahimi marca golo após passe de André André, o fiscal-de-linha assinala fora-de-jogo - decisão errada, Brahimi está adiantado em relação ao penúltimo jogador do Arouca, mas está atrás da linha da bola; como tal o golo devia ter sido validado

86': Walter é empurrado por Martins Indi, o árbitro não assinalou penálti, marcando uma falta anterior do avançado do Arouca sobre o defesa do Porto decisão errada, Walter não faz falta (há contacto, mas nada de anormal), e é claramente empurrado; penálti por assinalar


=: Se o golo de Brahimi tivesse sido validado, dificilmente o Arouca teria ganho o jogo, apesar do golo e do penálti por assinalar que aconteceram depois (1X)



Sporting 0-0 Rio Ave (Carlos Xistra)

50': Golo anulado ao Sporting por falta de Coates sobre Wakaso - decisão certa, o defesa do Sporting coloca o braço por cima de Wakaso e desequilibra-o

78': André Vilas Boas cai na área após disputa com João Pereira, o árbitro não assinala penálti - decisão certa, há contacto, mas não há qualquer falta

=: arbitragem sem influência no resultado



Benfica 1-2 Porto (Artur Soares Dias)

51': Numa repetição da marcação de um livre, é possível para ver Samaris a agarrar a camisola de Martins Indi na área do Benfica; o árbitro não assinalou penálti - decisão certa, a bola nunca esteve perto dos jogadores, e não é certo que o agarrão tivesse estorvado o jogador do Porto


53': Numa jogada de contra-ataque, Gaitan remata e cai na área, perturbado por André André; o árbitro não assinalou penálti - decisão certa, existe contacto entre os dois jogadores, mas parece normal

=: arbitragem sem influência no resultado



Nacional 0-4 Sporting (Bruno Paixão)

17': Golo anulado a Bryan Ruiz por fora-de-jogo - decisão errada, o jogador está em linha no momento do passe de Slimani

51': Penálti assinalado a favor do Sporting por mão de Rui Correia - decisão certa, o defesa do Nacional corta a bola com o braço

85': Schelotto cai na área ao ser derrubado por Sequeira, o árbitro assinala penálti decisão errada, a falta acontece fora da áreaSchelotto cai na área ao ser derrubado por Nuno Sequeira, o árbitro assinala penálti - decisão errada, a falta acontece fora da área

=: apesar dos erros, arbitragem sem influência no resultado



Estatísticas da jornada



Estatísticas acumuladas



Classificação



Jogos com influência da arbitragem no resultado



Erros de arbitragem com o resultado em aberto



Erros de arbitragem com o resultado em aberto agrupados por árbitro, desde 2013/14


sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Balanço das arbitragens: 11ª jornada e União - Porto

Tondela 0-1 Porto (Manuel Mota)

83': Murillo cai na área após tentativa de corte de Maicon, o árbitro assinalou penálti - decisão certa, o jogador do Porto derruba o avançado do Tondela antes de jogar a bola

=: arbitragem sem influência no resultado


Sporting 1-0 Belenenses (Artur Soares Dias)

21': Sturgeon cai na área após disputa de bola com Jonathan Silva, o árbitro não entendeu existir penálti e assinalou falta atacante - decisão certa, há um entrelaçar mútuo de braços, mas Jonathan tinha a posição ganha, pelo que se justifica a decisão do árbitro

45': Golo anulado a Slimani por fora-de-jogo - decisão certa, o argelino estava adiantado no momento do passe

90'+1: O árbitro assinala penálti por mão na bola de Tonel - decisão certa, o jogador do Belenenses salta com o braço aberto e acaba por cortar a bola

=: arbitragem sem influência no resultado


Braga 0-2 Benfica (Hugo Miguel)

11': No golo de Lisandro, Jardel faz a assistência ao saltar sobre Alan; o árbitro não viu motivos para falta - decisão errada, o jogador do Benfica salta sobre o adversário, impedindo-o de disputar a bola, pelo que o golo devia ter sido anulado

63': Hassan cai na área após contacto com Lisandro, o árbitro não assinalou penálti - decisão errada, o defesa do Benfica parece estorvar a progressão do bracarense com as pernas

76': Pizzi cai na área ao passar por Baiano, o árbitro não assinalou penálti - decisão errada, é clara a falta do jogador do Braga

=: existiram três erros graves: os dois primeiros prejudicaram o Braga e o último prejudicou o Benfica; o primeiro, não tendo sido cometido, manteria o resultado em 0-1; o segundo poderia traduzir-se no empate; a partir daí é legítimo pensar que o Braga poderia aspirar à vitória (1X2)


União Madeira 0-4 Porto (Bruno Paixão)

57': Élio Martins cai na área após disputa de bola com Maxi Pereira, o árbitro não assinalou penálti - decisão errada, Maxi agarra o braço direito do adversário pelo que devia ter sido assinalado penálti

74': Osvaldo é expulso por falta sobre Paulo Monteiro - decisão errada, o avançado do Porto faz falta mas não justificava de forma alguma o cartão vermelho

=: os erros foram cometidos com o resultado já decidido, como tal a arbitragem não teve influência no resultado



Estatísticas da jornada



Estatísticas acumuladas



Classificação



Jogos com influência da arbitragem no resultado



Erros de arbitragem com o resultado em aberto



Erros de arbitragem com o resultado em aberto agrupados por árbitro, desde 2013/14


sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Balanço das arbitragens: 8ª jornada

Benfica 0-3 Sporting (Carlos Xistra)

8': Luisão pede grande penalidade por agarrão de Bryan Ruiz, o árbitro não assinalou penálti - decisão errada, Bryan Ruiz agarra de forma continuada a camisola do adversário e pode ter prejudicado a abordagem de Luisão ao lance


42': Samaris faz uma falta sobre Bryan Ruiz e atinge-o com o braço, o árbitro não qualquer cartão (Samaris já tinha um amarelo) - decisão errada, no mínimo justificava o 2º amarelo e, eventualmente, até o vermelho direto


47': Fejsa agride Adrien, o árbitro mostrou-lhe amarelo - decisão errada, Fejsa devia ter sido expulso


50': Jonas bate com os cotovelos em William após ser agarrado pelo médio do Sporting, o árbitro mostrou amarelo - decisão certa, Jonas tem uma atitude incorreta, mas não se pode considerar agressão

81': Gaitán cai na área após contacto com Paulo Oliveira, o árbitro não considerou falta - decisão certa, Gaitán coloca a bola por uma zona onde tinha pouco espaço, Paulo Oliveira faz uma rotação normal para procurar disputar a bola e tem a posição ganha, acabando o argentino por embater contra o defesa


83': Mitroglou cai na área ao passar entre João Pereira e Paulo Oliveira, o árbitro considerou simulação - decisão certa, o jogador grego não sofre falta e tenta cavar o penálti

84': Slimani, já com amarelo, faz uma falta dura por trás sobre Gaitán; o árbitro considerou não haver motivo para mostrar cartão - decisão errada, Slimani devia ter visto o 2º amarelo


=: vários erros críticos, mas apenas um com o resultado ainda em aberto: o penálti sobre Luisão, numa altura em que o resultado ainda era 0-0; mesmo considerando a superioridade do Sporting no jogo, é legítimo considerar que o rumo do jogo poderia ter sido diferente caso o Benfica se adiantasse no marcador (1X2)


Porto 0-0 Braga (Artur Soares Dias)

60': Layun faz um cruzamento e a bola bate em Marcelo Goiano, havendo dúvida se terá havido lugar a penálti por mão na bola - decisão certa, a bola bate apenas na barriga do jogador do Braga

69': Stojiljkovic cai na área do Porto, o árbitro não assinalou penálti - decisão certa, não há qualquer falta de Marcano

=: arbitragem sem influência no resultado



Estatísticas da jornada



Estatísticas acumuladas



Classificação



Jogos com influência da arbitragem no resultado



Erros de arbitragem com o resultado em aberto



Erros de arbitragem com o resultado em aberto agrupados por árbitro, desde 2013/14