@minderico Patético #Lopetegui
segunda-feira, 16 de março de 2015
It's alive!
@minderico Patético #Lopetegui
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
A incontrolável tentação da desculpabilização
sábado, 17 de maio de 2014
Foi assim que o Record perdeu um leitor assíduo (e daqueles que pagam)
E assim fez.
domingo, 4 de maio de 2014
A crónica do Nacional - Sporting, por Q.
Este é um dia muito especial para este blogue. Ao contrário do que é habitual, o post sobre o jogo entre o Sporting e o Nacional não foi escrito por mim, mas por um ilustre jornalista da nossa praça que aceitou interromper o primeiro dia de descanso após um período prolongadíssimo de trabalho ininterrupto, carregado de emoções fortes.
sábado, 3 de maio de 2014
Leva lá a taça, ó Manha
sexta-feira, 18 de abril de 2014
A verdade desportiva segundo João Querido Manha - Parte II
Há poucos dias voltou a ser levantada a questão da verdade desportiva, mas desta vez não foi por causa do Arouca - Benfica:
A moda da "gestão"
Os treinadores de futebol estão atacados de um modismo sem sentido e que dá pelo nome pomposo de "gestão". Trata-se de preservar o físico dos jogadores, que não se podem cansar em determinados jogos para, supostamente, serem decisivos noutros mais importantes. Até há pouco tempo era coisa de treinador de clube grande, atarefado entre provas nacionais e grandes desafios europeus. Mas agora alastra entre os que perseguem segundos objetivos nacionais, depois de falharem, com maior ou menor estrondo, a classificação desejada na Liga. Este fim de semana a "gestão" do Braga e do Rio Ave, semifinalistas da Taça de Portugal, resultou em derrotas óbvias na prova principal, com influência direta na classificação, perante a indiferença geral. Mais uma vez, os clubes tomam opções que afetam a imagem da competição e, indiretamente, prejudicam a verdade desportiva.
João Querido Manha, jornal Record, 14 Abril de 2014
Começa a ser complicado escrever sobre as opiniões de João Querido Manha. Quando o Arouca decide mudar o jogo com o Benfica para Aveiro, por fins puramente financeiros, não se passa nada para o diretor do Record. Segundo João Querido Manha, a ideia a reter na mudança de estádio era que os supremos interesses do Arouca estavam a ser defendidos. Não interessava que as aspirações de manutenção do próprio clube estivessem a ser postas em causa, desde que a receita fosse histórica. Ao mesmo tempo, optou por ignorar o facto de que a tarefa do Benfica ficou facilitada, prejudicando indiretamente o Sporting.
No entanto, quando precisamente na mesma jornada Rio Ave e Braga decidem, por razões puramente desportivas, fazer poupanças para a meia-final da taça que se realizaria três dias depois, João Querido Manha já tem uma interpretação diferente. Neste caso, os dois clubes estão a prejudicar a verdade desportiva, pois as suas poupanças beneficiaram os clubes que defrontaram. Enquanto que o Rio Ave perdeu com o Olhanense, o Braga perdeu contra... o Porto, que por acaso também fez poupanças a pensar na meia-final da Taça de Portugal.
Eu sei que crítico o Record muitas vezes, mas o jornal não merece este diretor. Há gente séria que lá trabalha que não merece estes delírios de João Querido Manha, que mudam de direção em função das cores dos clubes envolvidos.
Já agora, parece-me oportuno colocar aqui uma frase de um dos jornalistas que mais gosto de ler. Bernardo Ribeiro, do Record, fez um pequeno mas certeiro comentário sobre o Arouca - Benfica, precisamente no mesmo dia em que João Querido Manha dissertou sobre o dano que Rio Ave e Braga causaram à verdade desportiva do campeonato de 2013/14:
Não havia necessidade de se jogar em Aveiro. Permitiu-se o falsear da verdade desportiva e descredibilizou-se a prova. E o Benfica não precisava, tal a vantagem. Muito português.
quinta-feira, 10 de abril de 2014
A verdade desportiva segundo João Querido Manha
| in Record, 9 de abril de 2014 |
"A mudança das regras a meio do jogo é um sacrilégio para qualquer atividade e especialmente grave no que respeita aos princípios desportivos, tão inaceitável como o doping fisiológico. Os clubes que vencerem a derradeira etapa com este acréscimo de energia estão para o campeonato como os ciclistas que tomam doping para o último sprint. Estão a violar a verdade desportiva."
| in Correio da Manhã, 9 de abril de 2013 |
É caso para perguntar onde se meteu a poética indignação do diretor do jornal Record sobre os acréscimos de energia que ajudam os clubes a vencerem as derradeiras etapas. Suponho que a tenha guardadinha na gaveta juntamente com os seus princípios éticos e deontológicos. Infelizmente isso não é nenhuma novidade nesta personagem.
Outros exemplos da parcialidade e incoerência de João Querido Manha:
- analisando lances polémicos de arbitragem --> LINK
- ignorando erros de Duarte Gomes no Benfica - Sporting para a Taça de Portugal --> LINK
- ignorando erros de João Capela no Benfica - Sporting, preferindo escrever uma crónica a falar exclusivamente dos erros de arbitragem a beneficiar o Porto --> LINK
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
O cerne da questão
| in record.pt |
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Semelhanças entre o Record e a FIFA
Outro desejo para este Mundial não diz respeito à nossa Seleção. Espero, sinceramente, que a França seja eliminada o mais cedo possível. A falta de vergonha na história da alteração dos potes foi do mais baixo que tenho visto mas, pensando melhor, estando Platini e Blatter na história até nem me surpreende.
- uma instituição que deveria ser isenta que beneficia de forma clara a França, prejudicando uma outra seleção europeia (que neste caso calhou ser a Itália);
- uma instituição que se sente à vontade para não respeitar os regulamentos definidos só porque que lhe apetece;
- os responsáveis máximos da FIFA e UEFA, que representam o que de pior há naquelas instituições.
- a postura que o Record tem tido em relação ao Sporting, como foi exemplo a peculiar tabela classificativa que apresentou nas últimas semanas;
- o tratamento privilegiado, quase reverencial, que tem dado ao Benfica e em particular a Luís Filipe Vieira;
- as crónicas facciosas do seu diretor, João Querido Manha, que muda de postura em relação aos erros de arbitragem em função do clube que é beneficiado ou prejudicado.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Desculpem continuar a bater no ceguinho, mas...
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Explicação para a classificação do Record
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
João Querido Manha, o paineleiro primordial
"Por muito esforço que alguns tenham feito e vão continuar a fazer no jogo das palavras, o último dérbi terá um lugar na história e não será por causa dos erros de arbitragem, por mais graves que tenham sido. Será para sempre o dérbi de Rui Patrício, por causa de um lance invulgar, altamente penalizador, a partir de uma falha de concentração, depois de quase duas horas de extrema intensidade e pressão."
"Parafraseando o presidente do Sporting, é realmente uma enorme palermice tentar desfocar a ordem de importância dos fatores decisivos deste jogo inesquecível, a saber: primeiro, o erro de Patrício, depois, os três golos de Cardozo e, finalmente, o imbróglio em torno da verdade desportiva. É assim que a história reserva um espaço para este embate, (...)"
"Rui Patrício ainda vai a meio de uma carreira que teve um início fulgurante, mas tem vindo a estagnar pela dificuldade em conquistar títulos, mantendo-se no topo da confiança do selecionador, mas ultrapassado sistematicamente nas escolhas dos grandes clubes europeus."
Para ajudar a comprovar a minha tese, suporto-me de uma crónica insuspeita sobre o Benfica-Porto, que preferiu focar-se na polémica da arbitragem e não no futebol jogado.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
João Querido Manha e o discurso da união
"Eleito, sufragado e escrutinado em sucessivas assembleias, o presidente da Liga foi conseguindo manter o seu rumo em busca de soluções meio utópicas, com realce para a centralização de direitos de televisão – ou seja, retirar os direitos à central de Oliveira."
"Neste momento, sabemos quem são os opositores declarados, sempre com o FCPorto à cabeça, numa assunção comovente da defesa dos interesses de Joaquim Oliveira, pois os amigos são para as ocasiões. Sabemos de que lado está o FCPorto, mas ainda se aguarda que Benfica e Sporting saiam da sua posição envergonhada. Os grandes foram derrotados na eleição de Figueiredo, mas agora preferem ficar longe das polémicas e do desgaste que o tema sensível vai provocar nos próximos tempos. E os leões, depois de terem renegado uma coexistência pacífica de décadas com o FCPorto, também se colocaram numa posição incómoda, de equilíbrio impossível, dada a sua dependência económica de Oliveira."
"A união Benfica-Sporting, ainda virtual, mal assumida e mal percebida pelos adeptos respetivos, é toda uma nova perspetiva para os próximos tempos. Como no conceito proverbial de Voltaire, mais uma vez os bons espíritos encontram-se na esquina da vida e estão condenados a entenderem-se."
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Fugir a boca para a verdade
Benfiquistas desesperados faziam ontem nas redes sociais analogias com a crise do país: por mais milhões que sejam investidos, a situação piora todos os dias.
É um exagero, claro, porque uma razoável parte dos milhões que o Benfica gastou neste verão foram aplicados em bons jogadores. Markovic, Djuricic e Sulejmani são futebolistas de alto nível e vão acabar por ser rentáveis, em termos financeiros, se o treinador conseguir arranjar-lhes espaço na equipa.
- Compra por atacado de jogadores.
- Extraordinárias mais-valias num pequeno número deles -- Witsel (€40M - €6.5M = €33.5M), Fábio Coentrão (€30M - €0.2M = €22.8M ), David Luiz (€25M - €0.5M = €24.5M), Di Maria (€25M - €5M = €20M), Ramires (€22M - €7.5M = €14.5M) e Javi García (€20M - €7M = €13M).
- Dezenas de casos que se enquadram num destes cenários: vendas que cobriram ou ficaram perto do custo de aquisição; empréstimos sucessivos até o contrato acabar; vendas obscuras a fundos por "milhões de treta", vendas com prejuízo referidas em notas de rodapé em páginas interiores dos jornais.