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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

M*rdas que só mesmo connosco, nº 16: Crie o seu próprio protocolo

O ano de estreia de VAR no campeonato tem sido um processo de aprendizagem para todos aqueles que estão direta ou indiretamente envolvidos no fenómeno futebolístico: dirigentes, árbitros, treinadores, jogadores, jornalistas e adeptos. Em função da experiência que se foi adquirindo ao longo dos primeiros meses, foram surgindo novos esclarecimentos públicos sobre o âmbito de atuação do videoárbitro: o chamado protocolo.

O protocolo VAR é uma espécie de manual que estipula em que circunstâncias e em que termos pode haver recurso à tecnologia durante um jogo de futebol.

Sendo este um ano experimental, pode e deve haver tolerância para a existência de determinados tipos de lapsos que decorram de uma interpretação em circunstâncias mais complexas. Mas há limites para essa tolerância. Um erro grosseiro, não sujeito a interpretação, com VAR, significa apenas uma de duas coisas: ou o árbitro é incompetente ou o árbitro é desonesto. 

É por isso que o VAR é um pau de dois bicos para os árbitros. Para aqueles que querem fazer um bom trabalho, é uma ferramenta preciosa que permite uma tomada de decisão mais sustentada. Para aqueles que  estão na arbitragem com outros objetivos que não o cumprimento das regras, o VAR acaba por lhes roubar alguma liberdade para vislumbrarem o que não existiu ou fecharem os olhos ao que aconteceu. Uma má decisão tomada em tempo real podia sempre escudar-se na necessidade de julgar um lance no imediato e na capacidade de julgamento limitada ao campo de visão dos elementos da equipa de arbitragem (que podiam não estar no ângulo e distância ideais em relação ao local onde o caso aconteceu). Mas a existência de 7 ou 8 câmaras para consulta e a possibilidade de ter mais tempo para tomar uma decisão aniquila as desculpas que tantas vezes foram utilizadas pelos árbitros para justificar erros grosseiros.

Infelizmente, erros grosseiros continuam a acontecer, com mais frequência do que seria expectável. E de todos esses erros, o mais descarado aconteceu no Sporting - Feirense que se disputou este mês, quando o VAR Manuel Oliveira decidiu anular um golo limpo a Doumbia.



O protocolo do VAR sofreu uma certa evolução no que diz respeito ao ponto até que se deve recuar na análise da existência de alguma irregularidade num lance de golo: primeiro dizia-se que devia recuar até ao momento em que a equipa que marcou recuperou a bola; mais tarde passou a dizer-se que só deve recuar até ao início da vaga de ataque - entendendo-se por vaga de ataque a progressão continuada da equipa com posse de bola na direção da baliza adversária.

Num caso ou noutro, não existe qualquer justificação possível para que Manuel Oliveira tomasse a decisão que tomou, pois mandou anular um golo por causa de uma falta ocorrida antes da última posse de bola do Feirense. Em jeito de brincadeira, Manuel Oliveira decidiu, naquele momento, criar o seu próprio protocolo, mas a crua realidade é que cometeu um erro de tal forma escandaloso, que deveria ser suficiente para ser afastado da arbitragem em definitivo. Numa qualquer atividade que não o futebol, seria o suficiente para que os seus responsáveis nunca mais confiassem na sua competência ou boa vontade. Mas no futebol português, como é habitual em relação aos erros de arbitragem, a culpa morre solteira e é como se nada tivesse acontecido: Manuel Oliveira descansou uma semana e regressou aos relvados no fim-de-semana passado para arbitrar o Santa Clara - Gil Vicente. Afinal ainda há bons empregos...

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

O eufemismo do ano: "interpretação desajustada"

O Conselho de Arbitragem emitiu ontem um comunicado para esclarecer a polémica do golo anulado a Doumbia no Sporting - Feirense:


Saúda-se a preocupação da FPF em esclarecer o público sobre qual a decisão que deveria ter sido tomada, mas, por outro lado, não se entende o pudor que leva o CA a não dizer concretamente a que lance se refere. Toda a gente percebe que é do golo de Doumbia que se está a falar. Há algum motivo lógico para não o indicarem explicitamente?


O esclarecimento dado sobre o que é a fase de ataque é muito importante, mas mais uma vez não faz qualquer sentido o público ser informado apenas agora disto. Tendo havido um "esclarecimento recente aos árbitros portugueses" (quão recente? semanas? meses?), significa que andámos todos desinformados em relação ao âmbito da intervenção do videoárbitro - o que tem sido transmitido e debatido publicamente é que a análise do VAR pode recuar até ao momento em que a equipa que marcou o golo recuperou a posse de bola. Esta omissão por parte da FPF é um péssimo serviço prestado ao futebol: que sentido faz manterem adeptos, jornalistas e comentadores alheados das indicações que os árbitros devem seguir?

Ora, segundo este comunicado, a fase de ataque pode ser bem mais curta do que o período que compreende o momento em que a equipa recuperou a posse de bola e o momento em que marcou golo: basta que uma equipa deixe de procurar rapidamente a baliza adversária para acabar uma fase de ataque e iniciar outra. O conceito parece-me fazer sentido, pois é consistente com o espírito que rege o VAR nos lances do golo: eliminar erros grosseiros com impacto elevado no desfecho da jogada. Faz particularmente sentido quando há equipas como o Barcelona que mantêm a posse de bola durante períodos prolongadíssimos até atacarem a baliza - não faz sentido recuar-se um, dois ou três minutos à procura de uma falta. No entanto, esta definição de fase de ataque traz um novo tipo de problema: insere mais um nível de subjetividade, porque nem sempre um passe para trás implica uma interrupção numa fase de ataque.

Mas, centrando no que é essencial: descrever o erro de Manuel Oliveira como "interpretação desajustada" é estar a brincar com as pessoas. Interpretação desajustada pode acontecer em situações de subjetividade, o que não é definitivamente o caso em questão. Aliás, à luz desta nova definição, o erro de Manuel Oliveira é ainda mais gritante. É impossível não ter sido deliberado, pelo que é imperativo que existam consequências para o árbitro. Aquilo que se passou no domingo tem de ser investigado e punido em conformidade. Não pode haver lugar a qualquer tomada de posição corporativista, pois, a bem da reputação da classe, os árbitros flagrantemente desonestos e incompetentes não podem continuar a ser defendidos. Manuel Oliveira simplesmente não pode continuar a apitar jogos de futebol.

P.S.: já agora, não é apenas Manuel Oliveira que está a precisar de uma reciclagem profunda de conhecimentos. Pouco depois do final do jogo, Nuno Sousa, comentador da RTP 3, fez o seguinte comentário ao lance do golo de Doumbia:


O lance é bem invalidado. O Sporting não se pode queixar, até porque foi um dos defensores públicos do videoárbitro. O Sporting só se pode queixar de si próprio. Sinceramente, ouço este discurso e imagino Carlos Janela sentado em frente à televisão a bater palmas de aprovação.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Agarra que é ladrão

Um roubo. Não há outra forma de designar aquilo que ontem se passou em Alvalade. O golo anulado a Doumbia é um escândalo, porque o árbitro responsável pelo VAR - Manuel Oliveira - decidiu fazer tábua rasa do que diz o protocolo que rege a atuação do videoárbitro. Por desconhecimento? Impossível, qualquer adepto minimamente informado sabe que o lance pode ser revisto apenas até ao momento em que a equipa que marcou o golo recuperou a bola. Por distração? Impossível, pois ao recuar as imagens até ao momento da falta (que nem sequer me parece clara) de Bruno Fernandes não pode ter deixado de reparar que o Feirense tinha tido, entretanto, a bola em seu poder. Não podendo ser por desconhecimento ou distração, sobra a explicação evidente: a anulação do golo sustenta-se exclusivamente na vontade de Manuel Oliveira em manter o resultado em 0-0.



O Sporting acabou por ganhar o jogo, mas não é por isso que deveremos deixar de apontar a gravidade do sucedido. Em primeiro lugar, porque não é admissível que um árbitro interfira de forma consciente no decurso de um jogo. Em segundo lugar, porque já houve vários casos em jogos de rivais em que o VAR passou por cima de faltas claras que antecederam golos seus. É certo que erros não devem ser compensados com outros erros, mas o que é facto é que este acumular de "enganos" no mesmo sentido acaba por representar uma penalização dupla para o Sporting, e que poderá ter um peso decisivo num campeonato disputado ponto a ponto. E em terceiro lugar, porque não se pode menosprezar o efeito que uma ocorrência destas poderia ter numa equipa a atravessar uma fase complicada e que estava proibida de perder mais pontos, e - já agora - no público presente no estádio. Falando por mim, não fui capaz de festejar nenhum dos golos que foram marcados posteriormente, porque não conseguia deixar de pensar que poderia ter havido algum jogador do Sporting a espirrar três ou quatro minutos antes, o que seria, certamente, motivo suficiente para Manuel Oliveira anular os lances.

Quanto ao jogo em si, em vez de se ver em vantagem aos 20' e poder gerir o jogo e o esforço de outra forma, o Sporting foi obrigado a continuar à procura do golo. E se não os alcançou mais cedo, não foi por falta de oportunidades. À semelhança do que já tinha acontecido em alguns momentos contra o Estoril, a equipa teve períodos de excelente futebol, mas parecia voltar a fazer questão de desperdiçar as situações de golo feito que ia construindo. Felizmente, a persistência da equipa em chegar à vitória acabou por dar frutos e permitiu a conquista de três pontos inteiramente merecidos, contra tudo e contra todos.




Nota artística - ao contrário de outras ocasiões, a equipa não ficou à espera que o jogo se resolvesse sozinho, e foi à procura do golo desde o primeiro minuto. À vontade de desbloquear o resultado o mais rapidamente possível, juntou-se a capacidade de impor um futebol dinâmico, veloz e agressivo, que se traduziu numa enorme quantidade de oportunidades flagrantes para marcar. O golo foi-se adiando, seja por incapacidade própria na finalização, seja por excelentes intervenções do guarda-redes Caio Secco, seja pela vontade de Manuel Oliveira. Mérito para a generalidade dos jogadores, com Gelson, Montero e William Carvalho num patamar acima dos restantes.

A mão que segurou o resultado - não me refiro à mãozinha marota de Manuel Oliveira a rodar o botão do feed no sentido contrário aos ponteiros do relógio para recuar as imagens à procura de um motivo para anular golos, mas sim à de Rui Patrício: duas defesas fabulosas, uma em cada parte, numa altura em que o marcador ainda estava em branco.

As estreias - Rafael Leão estreou-se para o campeonato, e a sua entrada fez-se sentir de imediato. Primeiro com um remate para defesa difícil de Caio, depois com uma assistência para golo (irregular) de Gelson. Velocidade, técnica, agressividade e olhos colocados na baliza adversária. Promete. Lumor também entrou bem, integrando-se bem no ataque, revelando velocidade e voluntarismo, para além de ter feito um bom cruzamento. Perdeu, no entanto, um lance de cabeça num cruzamento para a área do Sporting em que nem sequer tirou os pés do chão, a fazer lembrar Jonathan Silva. Ainda assim, no global, teve uma estreia positiva.



A arbitragem - VAR à parte, a arbitragem foi fraca. Não que não estivessemos avisados desde cedo do que se iria passar: aos cinco minutos de jogo, Gelson já tinha sido alvo de duas faltas duras - numa delas nem sequer marcou falta - e Montero de outra. Cartões é que nem vê-los. Pouco depois do golo anulado a Doumbia, há um possível lance de mão na bola na área do Feirense, mas não houve VAR nem Luís Ferreira que desse uma apreciação cuidada à jogada. Dois exemplos do critério disciplinar errático que exerceu: mostrou um amarelo a William por fazer falta a meio do meio-campo do Sporting sobre um adversário que estava marcado também por Mathieu, poucos minutos depois de ter poupado Kakuba numa falta ostensiva sobre Gelson junto à área do Feirense, quando o extremo se preparava para ganhar a linha de fundo; e o amarelo para Patrício após a segunda reposição de bola lenta (depois do 1-0), quando foram precisas cinco ou seis reposições lentas de Caio Secco para ver cartão. Junte-se a isso várias situações em que impediu o Sporting de marcar livres de forma rápida e a eternidade que demorava a tomar nota dos cartões que mostrava. Luís Ferreira pode não ter jeito para a arbitragem, mas deve ser dono de uma caligrafia irrepreensível.

Doumbia - teve a infelicidade de lhe ter sido anulado um golo após excelente iniciativa individual, mas esse foi, provavelmente, o único bom momento dos muitos em que lhe deram oportunidade para brilhar. Começou logo nos minutos iniciais quando William o solicitou em profundidade e dominou mal a bola - problema que viria a demonstrar mais vezes enquanto esteve em campo. No total, teve pelo menos quatro oportunidades que desperdiçou de forma escandalosa. Infelizmente, não está a ser o ponta-de-lança de que necessitamos para render Dost. Provavelmente terá a sua última grande oportunidade na quinta-feira no Cazaquistão, espero que não a desperdice.



MVP: Fredy Montero

Nota artística: 4



Lado positivo do que se passou? Acredito que a equipa tenha saído mais forte após ter superado este nível de adversidade, juntando-se à sequência da melhoria da qualidade do futebol praticado que já se tinha visto na Amoreira (apesar da derrota). Lado negativo? É mais uma arbitragem de campo inclinado, que tem sido frequente nos últimos tempos. Os padres estão a sentir a fragilidade e querem acabar o servicinho.

sábado, 19 de março de 2016

Balanço das arbitragens: 26ª jornada

Estoril 1-2 Sporting (Manuel Mota)

67': Remate contra o braço de Aquilani na área do Sporting, o árbitro não assinala penálti - decisão certa, o jogador do Sporting tem o braço imóvel, colado ao braço, sem aumentar a mancha, pelo que não há motivos para penálti

80': Alegações de penálti por Coates prender o braço a um adversário na área do Sporting - decisão certa, os jogadores têm os braços enganchados mutuamente, não há falta

=: arbitragem sem influência no resultado


Porto 3-2 U. Madeira (Manuel Oliveira)

12': Amilton cai na área ao disputar a bola com Chidozie, o árbitro não assinalou penálti - decisão errada, o jogador do Porto impede o adversário de disputar o lance colocando-lhe o braço no pescoço, havia motivo para penálti

70': Brahimi cai na área ao tentar cabecear uma bola, com Paulinho a colocar o braço nas costas; o árbitro não assinalou penálti - decisão certa, Paulinho tem o braço das costas do adversário mas não parece empurrar, Brahimi acaba por cair por estar desenquadrado com a bola ao tentar cabeceá-la

=: um penálti por assinalar com o resultado em 0-0; o Porto tinha tempo para a reviravolta, mas a tarefa seria mais complicada (1X)


Benfica 4-1 Tondela (Luís Ferreira)

1': Golo anulado a Mitroglou por fora-de-jogo - decisão certa, o jogador do Benfica está ligeiramente adiantado no momento do passe

21': O árbitro assinala uma falta ofensiva a Karl Junior por falta sobre Lindelof - definitivamente não existe falta do jogador do Tondela, o que se pode discutir é se existiu falta para penálti do defesa do Benfica; há um empurrão que fica ali muito no limite do que pode ser considerada uma carga de ombro legal; aceita-se que o árbitro não considerasse penálti

=: arbitragem sem influência no resultado



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sábado, 20 de fevereiro de 2016

Balanço das arbitragens: 20ª, 21ª e 22ª jornadas

Estoril 1-3 Porto (Tiago Martins)

=: jogo sem erros críticos, arbitragem sem influência no resultado


Sporting 3-2 Académica (Cosme Machado)

13': Hugo Seco empurra Carlos Mané, o árbitro não assinalou penálti - decisão errada, há um empurrão claro pelas costas

13': Ao fazer penálti sobre Mané, Hugo Seco devia ter sido expulso - decisão errada, Mané estava em frente à baliza, apenas com o guarda-redes a poder opôr-se ao golo

59': No segundo golo da Académica, o fiscal de linha assinala fora-de-jogo posicional de Gonçalo Paciência; depois de conferenciar com o árbitro muda de ideias e valida o golo - decisão errada, no momento do passe, Paciência está em posição irregular, tenta disputar a bola com Ewerton, e acaba por ter influência no auto-golo do central do Sporting

=: apesar dos erros, arbitragem sem influência no resultado


Moreirense 1-4 Benfica (Manuel Oliveira)

12': Gaitan tenta agredir Danielson, o árbitro não mostrou qualquer cartão - é verdade que a tentativa de agressão pode levar a um cartão vermelho, mas como o jogador argentino foi ostensivamente agarrado por Danielson a reação acaba por ter uma atenuante; um amarelo aceitar-se-ia.

=: arbitragem sem influência no resultado



Belenenses 0-5 Benfica (Nuno Almeida)

38': Dúvidas na abordagem de Jardel a um controlo de bola na quina da sua área - decisão certa, Jardel parece dominar a bola com o peito e, de qualquer forma, seria fora da área

41': No primeiro golo do Benfica, Renato Sanches derruba, sem bola presente, um adversário imediatamente antes do cruzamento de Pizzi para Mitroglou - decisão errada, o árbitro devia ter interrompido a jogada

52': Renato Sanches acerta com o braço em Sturgeon, o árbitro não assinalou qualquer falta - a falta é mais que óbvia e muito dura; pode alegar-se que seria caso para cartão vermelho, mas atendendo à disputa de bola é possível que não tenha havido intenção de agredir; como tal, aceitar-se-ia o amarelo

=: primeiro golo do Benfica foi irregular (X2)



Porto 1-2 Arouca (Rui Costa)

62': Brahimi marca golo após passe de André André, o fiscal-de-linha assinala fora-de-jogo - decisão errada, Brahimi está adiantado em relação ao penúltimo jogador do Arouca, mas está atrás da linha da bola; como tal o golo devia ter sido validado

86': Walter é empurrado por Martins Indi, o árbitro não assinalou penálti, marcando uma falta anterior do avançado do Arouca sobre o defesa do Porto decisão errada, Walter não faz falta (há contacto, mas nada de anormal), e é claramente empurrado; penálti por assinalar


=: Se o golo de Brahimi tivesse sido validado, dificilmente o Arouca teria ganho o jogo, apesar do golo e do penálti por assinalar que aconteceram depois (1X)



Sporting 0-0 Rio Ave (Carlos Xistra)

50': Golo anulado ao Sporting por falta de Coates sobre Wakaso - decisão certa, o defesa do Sporting coloca o braço por cima de Wakaso e desequilibra-o

78': André Vilas Boas cai na área após disputa com João Pereira, o árbitro não assinala penálti - decisão certa, há contacto, mas não há qualquer falta

=: arbitragem sem influência no resultado



Benfica 1-2 Porto (Artur Soares Dias)

51': Numa repetição da marcação de um livre, é possível para ver Samaris a agarrar a camisola de Martins Indi na área do Benfica; o árbitro não assinalou penálti - decisão certa, a bola nunca esteve perto dos jogadores, e não é certo que o agarrão tivesse estorvado o jogador do Porto


53': Numa jogada de contra-ataque, Gaitan remata e cai na área, perturbado por André André; o árbitro não assinalou penálti - decisão certa, existe contacto entre os dois jogadores, mas parece normal

=: arbitragem sem influência no resultado



Nacional 0-4 Sporting (Bruno Paixão)

17': Golo anulado a Bryan Ruiz por fora-de-jogo - decisão errada, o jogador está em linha no momento do passe de Slimani

51': Penálti assinalado a favor do Sporting por mão de Rui Correia - decisão certa, o defesa do Nacional corta a bola com o braço

85': Schelotto cai na área ao ser derrubado por Sequeira, o árbitro assinala penálti decisão errada, a falta acontece fora da áreaSchelotto cai na área ao ser derrubado por Nuno Sequeira, o árbitro assinala penálti - decisão errada, a falta acontece fora da área

=: apesar dos erros, arbitragem sem influência no resultado



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sábado, 2 de janeiro de 2016

Balanço das arbitragens: 14ª jornada

Benfica 3-1 Rio Ave (Manuel Oliveira)

18': Pizzi cai na área ao passar por Aníbal Capela, o árbitro não assinalou penálti - decisão errada, o defesa do Rio Ave empurra o jogador do Benfica

30': Jonas cabeceia a bola, que vai na direção do braço de Wakaso; o árbitro não assinalou penálti - decisão certa, o jogador do Rio Ave tem o braço encostado ao corpo quando a bola lhe bate

41': Samaris faz falta sobre Heldon, o árbitro não mostrou segundo amarelo ao jogador do Benfica - decisão errada, a falta existe, é feita por trás, e interrompe uma jogada de perigo do Rio Ave; Samaris devia ter visto o segundo amarelo

47': Na marcação de um canto, a bola bate no braço de Marcelo, o árbitro não assinalou penálti - decisão errada, o jogador do Rio Ave tem o braço completamente aberto e acerta na bola

=: Dois penáltis por assinalar a favor do Benfica; no entanto, numa altura em que o resultado ainda estaria em aberto (mesmo considerando o penálti por assinalar aos 18'), o Benfica deveria ter passado a jogar com menos um ainda na primeira parte (1X)


União Madeira 1-0 Sporting (Vasco Santos)

69': No início da jogada do golo do União há dúvidas em relação à posição de Paulinho decisão certa, as imagens não são esclarecedoras mas dão a ideia de que o jogador do União está em linha no momento do passe

=: jogo sem lances críticos


Porto 3-1 Académica (Bruno Esteves)

45': Layun joga a bola com a mão dentro da sua área, o árbitro não considerou penálti - decisão certa, o defesa do Porto joga de facto a bola com a mão, mas o braço é empurrado por um jogador da Académica que surge ao seu lado; é portanto um movimento não intencional do jogador mexicano

84': No golo da Académica existem dúvidas em relação à posição de Rabiola no golo de Rui Pedro - decisão errada, Rabiola faz a assistência para golo em posição de fora-de-jogo, pois no momento em que recebe o 1º passe de Rui Pedro está ligeiramente adiantado em relação à linha defensiva do Porto

=: arbitragem sem influência no resultado



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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Balanço das arbitragens: 2ª jornada

Sporting 1-1 P. Ferreira (Manuel Oliveira)

11: João Mário pica a bola, que bate no braço de Hélder Lopes; o árbitro não assinalou penálti - decisão certa, o jogador do Paços parece ter a preocupação de manter o braço encolhido, apesar de não estar totalmente colado ao corpo, e a distância é suficientemente curta para que o lance possa ser considerado como de bola na mão

45': Slimani cai na área, o árbitro mostra amarelo por simulação - decisão certa - o jogador do Paços coloca as mãos nas costas de Slimani, mas não parece haver um movimento suficientemente forte para o derrubar; de qualquer forma, a jogada devia ter sido anulada imediatamente antes por fora-de-jogo do argelino

65': Slimani é derrubado por Fábio Cardoso e cai na área, o árbitro não assinala qualquer falta - a infração é indiscutível mas acontece fora da área, e deveria ter sido mostrado amarelo ao jogador do Paços

78': Cícero cai na área após se ter embrulhado com João Pereira, o árbitro assinala penálti - decisão certa, João Pereira coloca os braços nas costas do jogador do Paços e pode ter estorvado a sua progressão

78': João Pereira é expulso na sequência do lance anterior - decisão errada, Cícero não tinha hipóteses de chegar à bola, pelo que não se cumpriam todos os requisitos para justificar a expulsão do defesa do Sporting

=: o erro acontece após os 75' (limiar que coloco para considerar uma grande possibilidade de uma expulsão nestas circunstâncias ter influência no resto do jogo); como tal, apesar do erro, arbitragem com poucas possibilidades de ter influência no resultado


Marítimo 1-1 Porto (Hugo Miguel)

90'+4: Existem dúvidas sobre uma eventual falta sobre Maxi Pereira na área do Marítimo no momento do cabeceamento à barra - decisão certa, o jogador parece saltar para a bola sem qualquer tipo de interferência

90'+4: Na sequência do cabeceamento, existiram dúvidas sobre se a bola terá entrado ou não na baliza - decisão certa, a bola bate em cima da linha, pelo que não foi golo

=: arbitragem sem influência no resultado


Arouca 1-0 Benfica (Nuno Almeida)


17': Mitroglou cai na área após contacto de Hugo Basto; o árbitro não assinalou penálti - decisão errada, a ação do defesa do Arouca parece contribuir para o desequilíbrio o avançado do Benfica antes de tocar na bola

56': Victor Andrade remata e há dúvida se a bola bate no braço de Lucas Lima; o árbitro não assinalou penálti - decisão certa, a bola não bate no braço do jogador

90'+5': Golo anulado a Jonas por suposta falta de Lisandro - decisão certa, Lisandro vai de pé em riste na direção do defesa do Arouca e faz jogo perigoso

=: é razoável assumir que, convertendo o penálti não assinalado sobre Mitroglou, o Benfica teria melhores hipóteses de chegar à vitória (X2)



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