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sexta-feira, 27 de abril de 2018

Perigo amarelo

Creio que não estarei muito longe da verdade ao dizer que Bas Dost, Gelson Martins e Bruno Fernandes - não necessariamente por esta ordem - são os três jogadores do Sporting que mais atenções têm atraído ao longo desta época. No entanto, tenho a certeza absoluta que nenhum destes três jogadores estará no centro das preocupações de determinadas pessoas durante a próxima partida que o Sporting disputará em Portimão.

As figuras do jogo de sábado serão outras: Rui Patrício, Coates e Battaglia. Não pelo que poderão dar à equipa neste sábado, mas pelo que poderão não dar à equipa na jornada seguinte. Os três atletas estão em risco de suspensão para o dérbi com o Benfica e ficarão de fora desse jogo caso vejam um cartão amarelo frente ao Portimonense. O risco é grande caso o árbitro escolhido pelo CA for para dentro de campo com ideias de alterar o tempero da ultra-decisiva partida da penúltima jornada. Coates e Battaglia são alvos particularmente fáceis por causa das funções desempenhadas em campo - qualquer lance dividido com um adversário que se deixe cair poderá servir de pretexto para o juiz sacar do cartão.

É um filme já muitas vezes visto. No passado, em circunstâncias semelhantes, não me lembro de haver um único árbitro a ser tolerante com jogadores do Sporting perante uma falta que pudesse ser interpretada como sanção para cartão. Por exemplo, quando William viu um amarelo por uma falta feita junto à linha lateral nos descontos do Sporting - Académica em 2013/14 que o deixou de fora da visita à Luz na jornada seguinte - um amarelo aceitável por cortar um "ataque prometedor", mas que já vimos ser perdoado muitas vezes a determinados outros clubes em situações similares. Ou ainda um outro caso - este sim, escandaloso - quando, em 2015/16, Adrien foi impedido de participar na última (e decisiva) jornada em Braga por ter visto um amarelo neste lance:


Aconteceu aos 14', naquela fase em que os árbitros até costumam avisar os jogadores para terem cuidado. Desta vez não houve abébias para ninguém. Foi perfeitamente óbvio para todos os que viram o jogo que o árbitro - Tiago Martins, neste caso - tinha ido para dentro de campo com uma missão. E mal surgiu uma oportunidade, não a desperdiçou.

Da mesma forma que os nossos jogadores costumam ser alvos a abater em circunstâncias destas, é perfeitamente visível a tolerância que os jogadores do Benfica têm tido quando cometem faltas para amarelo. Aposto com quem quiser como Grimaldo, Rúben Dias, Fejsa e Jardel, igualmente em risco, poderão ir tranquilamente a jogo - não só porque o Tondela será uma presa tenrinha (ficarei muito surpreendido se não estiverem a perder por 2 ao fim de 15/20 minutos) que não causará dificuldades que obriguem os jogadores a trabalhar no limite - o pé-na-chapa de Pepa costuma ficar reservado para Sporting e Porto -, mas também porque poderão contar com a habitual tolerância por parte dos homens do apito caso algum acontecimento de jogo fuja do script pré-definido. 

Sejamos compreensivos: não andaram a trabalhar cinco anos para dominar a arbitragem e a enchê-la de mimos e cortesias para depois não poderem usufruir destas pequeninas retribuições quando os momentos decisivos chegam. Retribuições tão pequeninas, que ninguém precisa de ficar de consciência pesada... é só de um cartão amarelo que estamos a falar. Nenhum campeonato se decide por causa de um amarelo...

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Como é fácil mostrar cartões ao Sporting

Ontem, foi a vez de Tiago Martins demonstrar que é muito, muito fácil mostrar cartões a jogadores do Sporting do que aos nossos adversários. Aqui fica uma pequena a mostra do que se passou ontem:


Perante os assobios que se ouviram ontem no estádio, gostaria de perguntar a quem o fez se não seria mais proveitoso atacarem equipas de arbitragem como a de ontem, em vez de atacarem em pleno jogo os nossos próprios jogadores, que, à entrada de março, continuam a manter o Sporting na luta em todas as frentes, contra tudo e contra todos - mesmo contra alguns dos nossos adeptos.


segunda-feira, 10 de abril de 2017

Tiago Martins+Benfica: que sentido faz o CA insistir numa fórmula errada e esperar resultados diferentes?

Quando soube que Tiago Martins tinha sido nomeado para o Moreirense - Benfica, não pude deixar de sorrir ironicamente. Este árbitro está no 1º escalão da arbitragem nacional há apenas duas épocas, mas já é conhecido por ter uma infelicidade constante de, nos jogos em que participa o Benfica, cometer erros múltiplos, sempre a favorecer a mesma equipa.

O árbitro não perdeu tempo a concretizar todo o potencial que Vítor Pereira viu nele. Na sua estreia em jogos dos grandes, na 1ª jornada da época passada, logo aos 10' de jogo, perdoou um penálti claríssimo de Luisão sobre um jogador do Estoril.


Mais tarde, no mesmo jogo, a cerca de quinze minutos do fim, numa altura em que o Benfica vencia por 1-0, inventou um penálti (a favor do Benfica, obviamente) que acabou com as dúvidas no resultado.


O segundo jogo que Tiago Martins fez do Benfica não foi melhor. Impediu o Nacional de passar para a vantagem no marcador ao vislumbrar uma falta ofensiva inexistente:


Tiago Martins faria um terceiro jogo do Benfica na época passada: a meia-final da Taça da Liga contra o Braga. Não cometeu erros graves com influência direta no resultado, mas, nos últimos quinze minutos, comportou-se como o melhor defesa do Benfica quando o Braga procurava o golo do empate, cortando de forma incompreensível vários lances de ataque da equipa visitante:


A experiência acumulada na I Liga não parece ter ajudado Tiago Martins a melhorar a qualidade das suas arbitragens em jogos do Benfica. Já esta época, foi protagonista na meia-final da Taça da Liga entre o Moreirense e o Benfica, ao realizar uma arbitragem escandalosa, perdoando várias expulsões a jogadores do Benfica - a de Pizzi e a de Samaris foram de bradar aos céus -, para além de ter inúmeras decisões erradas (a favorecer quem vocês sabem) numa tentativa óbvia de inclinar o campo. Aqui fica o vídeo para quem não se lembra:



Certamente que terá sido como prémio por esta excelente prestação que o Conselho de Arbitragem decidiu nomear Tiago Martins para o Moreirense - Benfica de ontem. Como é óbvio, seria difícil esperar uma atuação diferente, dado o histórico do árbitro. E Tiago Martins voltou a não desiludir: o golo do Benfica nasce de uma falta não existente (e que valeu um amarelo a Dramé), ficaram vários amarelos no bolso por faltas duras de jogadores do Benfica, e houve dois vermelhos perdoados a Luisão e a Samaris.

(via @leao_rampante)

Pode haver quem tente contra-argumentar dizendo que Tiago Martins é um árbitro permissivo, e que usa o mesmo critério disciplinar com todas as equipas. Não é o caso. Relembro, por exemplo, o que aconteceu na penúltima jornada da época passada: Adrien Silva estava em risco de perder a última e decisiva jornada caso levasse um amarelo, e Tiago Martins, árbitro do Sporting - V. Setúbal, à primeira oportunidade que teve, exibiu-lhe o cartão amarelo por isto...

(via Mister do Café)

... deixando o capitão do Sporting de fora do jogo com o Braga.

Quando o Benfica é parte interessada, direta ou indiretamente, de uma partida, Tiago Martins tem a recorrente infelicidade de cometer erros que favorecem sempre o mesmo lado. Qualquer pessoa minimamente atenta já se apercebeu há muito desta tendência, pelo que o Conselho de Arbitragem sabia dos riscos que corria quando decidiu nomear Tiago Martins para o jogo de ontem. Resta saber o motivo: é que quando alguém insiste numa fórmula que é comprovadamente errada, não pode estar à espera de resultados diferentes.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Impunidade vermelha


É difícil perceber que motivos encontrou Rui Vitória para se insurgir contra a arbitragem de Tiago Martins, durante e no final do Moreirense - Benfica.

Sim, é verdade que o Moreirense fez algum antijogo a partir do momento em que se viu em vantagem no marcador - mas nada que não se veja todas as semanas num qualquer relvado em Portugal. E também é verdade que, no momento da marcação do livre que está na origem segundo golo do Moreirense, Eliseu é agarrado por um jogador do Moreirense (que daria falta ofensiva), mas, precisamente no mesmo momento, também existiu um bloqueio de Jonas a um adversário (que daria penálti a favor do Moreirense). Qual das infrações tem precedência?


Não vi o jogo, mas vi, no Twitter e noutros blogues, vídeos de dois lances em que o árbitro, incompreensivelmente, não expulsou dois jogadores do Benfica. Mas não foi apenas isso: vi referências a um pontapé de Jonas num adversário que o árbitro, condescendente, achou que poderia ser punido apenas com um amarelo; e também vi uma referência a um momento mais rigoroso de Tiago Martins, quando decidiu mostrar um amarelo a um jogador do Moreirense num lance em que houve agarrão mútuo.

Fui procurar esses lances, e acabei por ver cerca de 25 minutos da partida. Entre os 18 e os 22 minutos; alguns lances do início da segunda parte; e os últimos 20 minutos do jogo (nos quais se incluem os 7 minutos de descontos que o árbitro concedeu).

O que posso dizer sobre o que vi é o seguinte: a missão do Moreirense era difícil à partida pelo nível do adversário, mas tenho que lhes dar ainda mais crédito pela vitória que alcançaram, pois Tiago Martins inclinou claramente o campo a favor do Benfica. É impressionante a quantidade de faltas cometidas sobre jogadores do Moreirense que o árbitro deixou passar, faltas não existentes assinaladas a jogadores do Moreirense, para não falar da dualidade de critérios na ação disciplinar. Em caso de dúvida, Tiago Martins apitou sempre a favor dos mesmos. Fica aqui uma compilação do que apanhei nesses 25 minutos. Nem quero imaginar como terão sido os restantes 72 minutos...



Como se pode ver, foi um jogo onde fica evidente a impunidade que existe atualmente para os jogadores benfiquistas. Já todos perceberam que este jogo não foi uma exceção. Apenas 10 dias antes, pore exemplo, Jonas conseguiu não ser expulso depois de ter feito isto a um adversário:



Rui Vitória queixa-se de quê, mesmo?

Não admira, portanto, que a única expulsão para jogadores do Benfica que aconteceu este ano em competições nacionais tenha sido... a pedido: Pizzi viu um segundo amarelo, nos descontos, com o jogo resolvido, para poder limpar o castigo num jogo da Taça da Liga e poder jogar na jornada seguinte em Guimarães. Mas o mais engraçado nessa expulsão é que se pode ver que os árbitros evitam ao máximo punir disciplinarmente os jogadores do Benfica MESMO QUANDO as faltas são cometidas propositadamente para ver amarelo. É que momentos antes de ter visto o segundo amarelo ao atrasar a marcação de um livre, Pizzi já tinha tentado ser expulso:



Pizzi acertou em cheio num adversário muito depois da bola já lá não estar. Uma falta para vermelho direto, que o árbitro fingiu não ver. 

Em parte até se compreende: ninguém quer ser o próximo Marco Ferreira.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Mais vale prevenir...

Em teoria, nunca nenhum árbitro, internacional ou não internacional, quer errar. No entanto, sabe-se bem que no futebol português há vários que, preferindo não errar, não deixam de errar se for preciso. E isso pode ser um problema particularmente incómodo para os árbitros internacionais: errando, têm mais a perder do que um árbitro não internacional, pois uma má classificação pode implicar a perda das insígnias da FIFA. Por isso, os árbitros internacionais querem, mais do que ninguém, evitar cometer erros grosseiros (más decisões com possível influência no resultado, como a anulação indevida de um golo regular ou a não marcação de uma grande penalidade existente, etc.). 

Uma boa forma que têm de evitar erros grosseiros é evitarem colocar-se numa posição em que possam ter de cometer erros grosseiros. Matando, logo à nascença, lances que cheirem a ocasião de golo junto da baliza defendida por aqueles para quem têm mais "simpatia". Transformando disputas de bola em zonas de perigo numa falta ofensiva, ao mínimo contacto, ou, noutras ocasiões, sendo um árbitro mais à inglesa e deixando jogar, conforme a conveniência.

Isso foi evidente no Benfica - Braga da última segunda-feira para a Taça da Liga. Já depois de Jimenez ter feito o 2-1 (em fora-de-jogo, mas aceita-se que tenha sido dado o benefício da dúvida ao atacante, já que o adiantamento do mexicano era mínimo), durante o último quarto-de-hora da partida, houve pelo menos três decisões absurdas da equipa de arbitragem em lances de ataque do Braga:


Para a história ficam 3 faltinhas que não tiveram qualquer influência no resultado. Mas no primeiro caso evitou-se uma situação de bola parada, no segundo cortou-se um lance em que havia uma bola perdida na pequena área, e no último anulou-se um livre muito perigoso quando a bola ainda se dirigia para a baliza e que, por muito pouco, não deu em golo. Erros destes acontecem sempre, bem entendido, mas tamanha concentração de erros num espaço de tempo tão curto não me parece inocente.

O árbitro desta partida foi o internacional Tiago Martins, o mesmo que já tinha assinalado uma falta ofensiva que só ele viu, e que evitou que o Nacional ficassem em vantagem no marcador contra o Benfica.


Esta técnica não é, no entanto,  um exclusivo de Tiago Martins (que, por acaso, foi nomeado para o Sporting- V. Setúbal do próximo sábado). Recordo-me também, há não muito tempo, no Benfica - Tondela, a forma como Luís Ferreira parou, incompreensivelmente, dois lances de potencial perigo na área do Benfica em apenas cinco minutos.


Casos que, isoladamente, não têm qualquer importância, mas que em conjunto ajudam a inclinar campos e a formar tendências. O melhor mesmo é fugir a todo e qualquer contacto, e mesmo assim, nunca se sabe aquilo que poderá ser vislumbrado por certas equipas de arbitragem. Como diz o provérbio, mais vale prevenir do que remediar.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Balanço das arbitragens: 24ª jornada

Belenenses 1-2 Porto (João Capela)

=: jogo sem lances críticos


Benfica 2-0 U. Madeira (Cosme Machado)

=: jogo sem lances críticos



Guimarães 0-0 Sporting (Tiago Martins)

45'+2: William Carvalho faz um corte com a perna muito alta, já tendo um amarelo; o árbitro não mostrou o segundo amarelo - decisão certa, William joga a bola, não tem qualquer intenção de magoar o adversário, pelo que se aceita a não exibição do cartão

73': Josué vê o segundo amarelo por agarrar Slimani numa jogada de contra-ataque - decisão certa, na realidade, o árbitro devia ter mostrado o vermelho direto pois Slimani já ia isolado; de qualquer forma, no que diz respeito a esta partida a decisão pode ser considerada correta

90'+3: Victor Andrade cai na área numa disputa de bola com Bryan Ruiz, o árbitro não assinalou penálti - decisão certa, o jogador do Sporting ganha posição de forma legal

=: arbitragem sem influência no resultado



Estatísticas da jornada



Estatísticas acumuladas



Classificação



Jogos com influência da arbitragem no resultado



Erros de arbitragem com o resultado em aberto



Erros de arbitragem com o resultado em aberto agrupados por árbitro, desde 2013/14


terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Resultados do Placard



Infelizmente não sabia que Hugo Miguel se encontra lesionado... e nunca imaginei que Vítor Pereira nomeasse Cosme Machado para um jogo desta importância, depois da barraca que armou em Alvalade contra a Académica.

Quanto a Tiago Martins, que é o que realmente me preocupa: produto do Benfica Lab que foi promovido a internacional antes mesmo de apitar qualquer partida da I Liga, e que em dois jogos para o campeonato ajudou a entregar de mão beijada duas vitórias ao seu clube do coração. Contra o Estoril não assinalou um penálti de Luisão aos 10' e assinalou um penálti inexistente a favor do Benfica que daria o 2-0. Contra o Nacional viu uma carga de ombro inexistente sobre Eliseu, que poderia ter dado o 2-1 para o Nacional. Ambos os jogos terminaram com uma vitória de 4-1 do Benfica, mas poderiam ter tido desfechos bem diferentes caso o árbitro não tivesse errado de forma cirúrgica em benefício do Benfica.

Vítor Pereira já não disfarça...

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Balanço das arbitragens: 20ª, 21ª e 22ª jornadas

Estoril 1-3 Porto (Tiago Martins)

=: jogo sem erros críticos, arbitragem sem influência no resultado


Sporting 3-2 Académica (Cosme Machado)

13': Hugo Seco empurra Carlos Mané, o árbitro não assinalou penálti - decisão errada, há um empurrão claro pelas costas

13': Ao fazer penálti sobre Mané, Hugo Seco devia ter sido expulso - decisão errada, Mané estava em frente à baliza, apenas com o guarda-redes a poder opôr-se ao golo

59': No segundo golo da Académica, o fiscal de linha assinala fora-de-jogo posicional de Gonçalo Paciência; depois de conferenciar com o árbitro muda de ideias e valida o golo - decisão errada, no momento do passe, Paciência está em posição irregular, tenta disputar a bola com Ewerton, e acaba por ter influência no auto-golo do central do Sporting

=: apesar dos erros, arbitragem sem influência no resultado


Moreirense 1-4 Benfica (Manuel Oliveira)

12': Gaitan tenta agredir Danielson, o árbitro não mostrou qualquer cartão - é verdade que a tentativa de agressão pode levar a um cartão vermelho, mas como o jogador argentino foi ostensivamente agarrado por Danielson a reação acaba por ter uma atenuante; um amarelo aceitar-se-ia.

=: arbitragem sem influência no resultado



Belenenses 0-5 Benfica (Nuno Almeida)

38': Dúvidas na abordagem de Jardel a um controlo de bola na quina da sua área - decisão certa, Jardel parece dominar a bola com o peito e, de qualquer forma, seria fora da área

41': No primeiro golo do Benfica, Renato Sanches derruba, sem bola presente, um adversário imediatamente antes do cruzamento de Pizzi para Mitroglou - decisão errada, o árbitro devia ter interrompido a jogada

52': Renato Sanches acerta com o braço em Sturgeon, o árbitro não assinalou qualquer falta - a falta é mais que óbvia e muito dura; pode alegar-se que seria caso para cartão vermelho, mas atendendo à disputa de bola é possível que não tenha havido intenção de agredir; como tal, aceitar-se-ia o amarelo

=: primeiro golo do Benfica foi irregular (X2)



Porto 1-2 Arouca (Rui Costa)

62': Brahimi marca golo após passe de André André, o fiscal-de-linha assinala fora-de-jogo - decisão errada, Brahimi está adiantado em relação ao penúltimo jogador do Arouca, mas está atrás da linha da bola; como tal o golo devia ter sido validado

86': Walter é empurrado por Martins Indi, o árbitro não assinalou penálti, marcando uma falta anterior do avançado do Arouca sobre o defesa do Porto decisão errada, Walter não faz falta (há contacto, mas nada de anormal), e é claramente empurrado; penálti por assinalar


=: Se o golo de Brahimi tivesse sido validado, dificilmente o Arouca teria ganho o jogo, apesar do golo e do penálti por assinalar que aconteceram depois (1X)



Sporting 0-0 Rio Ave (Carlos Xistra)

50': Golo anulado ao Sporting por falta de Coates sobre Wakaso - decisão certa, o defesa do Sporting coloca o braço por cima de Wakaso e desequilibra-o

78': André Vilas Boas cai na área após disputa com João Pereira, o árbitro não assinala penálti - decisão certa, há contacto, mas não há qualquer falta

=: arbitragem sem influência no resultado



Benfica 1-2 Porto (Artur Soares Dias)

51': Numa repetição da marcação de um livre, é possível para ver Samaris a agarrar a camisola de Martins Indi na área do Benfica; o árbitro não assinalou penálti - decisão certa, a bola nunca esteve perto dos jogadores, e não é certo que o agarrão tivesse estorvado o jogador do Porto


53': Numa jogada de contra-ataque, Gaitan remata e cai na área, perturbado por André André; o árbitro não assinalou penálti - decisão certa, existe contacto entre os dois jogadores, mas parece normal

=: arbitragem sem influência no resultado



Nacional 0-4 Sporting (Bruno Paixão)

17': Golo anulado a Bryan Ruiz por fora-de-jogo - decisão errada, o jogador está em linha no momento do passe de Slimani

51': Penálti assinalado a favor do Sporting por mão de Rui Correia - decisão certa, o defesa do Nacional corta a bola com o braço

85': Schelotto cai na área ao ser derrubado por Sequeira, o árbitro assinala penálti decisão errada, a falta acontece fora da áreaSchelotto cai na área ao ser derrubado por Nuno Sequeira, o árbitro assinala penálti - decisão errada, a falta acontece fora da área

=: apesar dos erros, arbitragem sem influência no resultado



Estatísticas da jornada



Estatísticas acumuladas



Classificação



Jogos com influência da arbitragem no resultado



Erros de arbitragem com o resultado em aberto



Erros de arbitragem com o resultado em aberto agrupados por árbitro, desde 2013/14


domingo, 17 de janeiro de 2016

Balanço das arbitragens: 17ª jornada

Sporting 3-2 Braga (Jorge Sousa)

59': A bola bate na mão de André Pinto na sequência de um cruzamento de Gelson Martins, o árbitro assinalou penálti - decisão certa, o jogador do Braga tem o braço completamente aberto, e já dentro da área

63': Montero pica a bola, que acaba por bater no braço de Ricardo Ferreira; o árbitro não assinalou penálti - decisão errada, o jogador do Braga tem o braço levantado e interfere na trajetória da bola aumentando a mancha do corpo

72': João Mário comete uma falta com os pitons na perna de Rafa, o árbitro não assinalou nada - decisão errada, João Mário devia ter sido expulso

87': Slimani, em corrida, acerta com a mão na cara de Vukcevic, que seguia no seu encalço; o árbitro não considerou agressão - decisão certa, há falta de Slimani, mas não se enquadra numa agressão; quanto muito mereceria o cartão amarelo

=: um penálti por assinalar a favor do Sporting, que daria o empate; pouco depois, uma expulsão que deixaria o Sporting em inferioridade numérica; dificilmente o Sporting concretizaria a reviravolta ao resultado, e o Braga ficaria com boas condições de chegar à vitória (X2)


Boavista 0-5 Porto (Fábio Veríssimo)

55': Casillas derruba Luisinho fora da área, o árbitro mostrou amarelo - decisão certa, o jogador do Boavista estava numa zona lateral, e não se dirigia para a baliza

74': Golo anulado a Uchebo por fora-de-jogo - decisão errada, o jogador do Boavista estava em posição legal no momento do passe

80': Uchebo cai na área numa disputa de bola com Martins Indi; o árbitro não assinalou penálti - decisão errada, o jogador do Porto empurra o adversário sem jogar a bola

=: uma sequência de dois erros numa altura em que o resultado era de 0-3 e que poderiam ter relançado o Boavista para o jogo (X2)


Nacional 1-4 Benfica (Tiago Martins)

82': Zainadine faz falta violenta sobre Fejsa, o árbitro mostrou apenas amarelo - decisão errada, o jogador do Nacional devia ter sido expulso

Nota: não considero nesta análise o golo (mal) anulado a Soares, porque Júlio César desistiu do lance antes de o remate ter sido feito.

=: apesar do erro, arbitragem sem influência no resultado



Estatísticas da jornada



Estatísticas acumuladas



Classificação



Jogos com influência da arbitragem no resultado



Erros de arbitragem com o resultado em aberto



Erros de arbitragem com o resultado em aberto agrupados por árbitro, desde 2013/14


sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Balanço das arbitragens: 10ª jornada

Benfica 2-0 Boavista (Bruno Esteves)

31': Eliseu faz um cruzamento dentro da área e fica a dúvida se a bola não bate no braço de Henrique, o árbitro não assinalou penálti - decisão certa, o jogador do Boavista não toca na bola com o braço

73': Luisão cai na área ao tentar passar por Idris, o árbitro não assinalou penálti - decisão certa, o jogador do Boavista coloca o braço à volta do pescoço do Luisão, mas não parece haver empurrão

81': Anderson tem uma entrada perigosa em que prende o pé de Gaitan, o árbitro não só não entendeu dar vermelho como nem sequer assinalou falta - a falta é óbvia, é feita de lado (e não de trás), mas a não é violenta como as fotografias exibidas deixavam entender, pelo que se aceitaria um amarelo


=: arbitragem sem influência no resultado


Porto 2-0 Setúbal (Tiago Martins)

64': Golo anulado a Aboubakar - decisão certa, o avançado do Porto dominou a bola com o braço antes de rematar

=: arbitragem sem influência no resultado


Arouca 0-1 Sporting (Cosme Machado)

31': Adrien cai na área ao disputar a bola com Artur, o árbitro não assinalou penálti - decisão certa, o jogador do Arouca coloca o braço por cima do ombro de Adrien mas não parece empurrá-lo, pelo que é um contacto normal

84': Adilson cai na área ao tropeçar em Naldo, que tinha escorregado; o árbitro não assinalou penálti - decisão errada, Naldo cai de forma involuntária mas acaba por derrubar o adversário; não se justificava o cartão vermelho a Naldo pois o adversário não conseguiria chegar à bola

84': Slimani cai na área após ser carregado nas costas por Velasquez, o árbitro não assinalou penálti - decisão errada, o jogador do Arouca salta lateralmente e aterra nas costas de Slimani, derrubando-o


88': Naldo é expulso por empurrar Lito Vidigal - decisão certa, aceita-se o cartão vermelho direto pelo facto de ter empurrado o treinador quando este estava de costas e a afastar-se do local; também se aceitaria o cartão amarelo, pelo facto de o treinador o ter provocado e estar numa área que lhe é vedada

=: o primeiro penálti a favor do Arouca poderia ter ditado o resultado caso tivesse sido assinalado; no entanto o Sporting sofreu um penálti não assinalado imediatamente a seguir e ainda foi capaz de marcar um golo depois disso, pelo que não seria impossível chegar ao empate; chegar à vitória seria altamente improvável pelo pouco tempo que restava e pela motivação que os jogadores do Arouca ganhariam com a vantagem no resultado (1X)



Estatísticas da jornada



Estatísticas acumuladas



Classificação



Jogos com influência da arbitragem no resultado



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