sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Balanço das arbitragens: 1ª jornada

                                                                                                                                                            
À semelhança do que fiz o ano passado, vou mais uma vez fazer um balanço dos lances críticos de arbitragem após cada jornada, de forma a ajudar a perceber um pouco o deve e o haver de cada um dos grandes neste departamento.

Em primeiro lugar, quero relembrar o que considero como lances críticos:
  • penáltis assinalados ou por assinalar
  • cartões vermelhos diretos mostrados ou por mostrar;
  • 2º amarelo que leva à expulsão de um jogador
  • golos marcados em fora-de-jogo
  • golos anulados (adenda: inclui golos não considerados por fora-de-jogo, desde que os intervenientes diretos de ambas as equipas não desistam da jogada)

Não considero lances críticos:
  • Faltas mal assinaladas que deram origem a um golo
  • Cantos mal assinalados que deram origem a um golo
  • Foras-de-jogo mal assinalados em que um jogador não rematou de imediato à baliza
  • Cartões amarelos mal mostrados ou por mostrar que não originaram uma expulsão imediata

Vou basear a análise sobretudo em lances selecionados em programas como o Dia Seguinte ou Prolongamento, mas poderei incluir outras situações de jogo que se justifiquem.

Farei este post no final da semana seguinte à jornada, de forma a realizar a análise o mais a frio possível. De qualquer forma, deixo a seguinte declaração de interesses: apesar de fazer um esforço para analisar todos os lances da forma mais racional que me é possível (independentemente dos clubes em causa), não deixo de ser um adepto fervoroso do Sporting e admito que as minhas lentes verdes me possam toldar o juízo que faço em algumas situações.

De qualquer forma, tento ser o mais coerente possível e em casos duvidosos costumo rever lances semelhantes que aconteceram no passado para ver o que escrevi - o que acaba por servir um pouco como instrumento de auto-regulação.

Sei que muita gente acha inútil este tipo de exercícios, o que é uma opinião que respeito. No entanto, não vejo qualquer mal em fazer um registo continuado da qualidade das arbitragens que temos por cá usando sobretudo parâmetros racionais e objetivos. Sei que o trabalho de um árbitro em Portugal é extremamente ingrato, mas isso não quer dizer que os erros que existem (que são em número demasiado elevado) não sejam resultado de incompetência e, por vezes, mesmo propositados (seja conscientemente seja como mecanismo de auto-defesa). E também todos sabemos que as arbitragens podem decidir campeonatos - apesar de muitos não gostarem de o admitir.




Porto 2-0 Marítimo (Carlos Xistra)

=: jogo sem casos


Académica 1-1 Sporting (Artur Soares Dias)

34': Rui Pedro tenta picar a bola sobre Jefferson, embatendo-lhe no braço; o árbitro não assinala penálti - decisão errada, o lance é um pouco à queima, mas a posição do braço de Jefferson não é natural e impede que o lance prossiga

51': Héldon cai na área após contacto com Iago, o árbitro não assinala penálti - decisão errada, o jogador da Académica empurra à margem da lei o avançado sportinguista, sem qualquer intenção de disputar a bola

67': William Carvalho vê o segundo amarelo após fazer falta sobre Rui Pedro - decisão certa, o médio fez falta sem qualquer hipótese de disputar a bola naquilo que era o princípio de um contra-ataque que poderia levar perigo

=: os dois erros graves cometidos dividem-se em prejuízo das duas equipas, numa altura em que o resultado era de 0-1; na prática acabam por se anular, pelo que se pode considerar que o árbitro não influência no resultado


Benfica 2-0 Paços Ferreira (Cosme Machado)

9': Hurtado cai na área após contacto com Eliseu, o árbitro assinala penálti - decisão certa, o jogador do Benfica empurra o adversário pelas costas

66': Gaitan remata na área, a bola tabela num defesa do Paços e vai embater no antebraço de um seu colega, o árbitro mandou seguir - decisão certa, o defesa do Paços tinha o braço numa posição natural e não tinha qualquer hipótese de prever ou evitar que a bola lhe batesse no antebraço

=: arbitragem sem influência no resultado



Estatísticas da jornada



Aqui fica uma pequena explicação das várias colunas do quadro, que sofreu algumas alterações em relação à época passada:
  • Erros em lances críticos
    • A favor --> a favor de Benfica, Porto ou Sporting
    • Contra --> a favor do adversário de Benfica, Porto ou Sporting
      • Total --> o total de erros críticos
      • C/ res. aberto --> o número de erros críticos com o resultado ainda em aberto (em que o grande está a perder, empatado ou a ganhar por um golo de diferença (ou dois, no caso de o erro permitir ao adversário reduzir para um golo de diferença)
  • Faltas cometidas
    • Equipa --> faltas cometidas por Benfica, Porto ou Sporting
    • Advers. --> faltas sofridas por Benfica, Porto ou Sporting
  • Cartões
    • Equipa --> cartões mostrados a Benfica, Porto ou Sporting
    • Adversário --> cartões mostrados aos adversários de Benfica, Porto ou Sporting
      • Amarelos (não inclui os 2ºs amarelos)
      • 2ºs amarelos
      • Vermelhos diretos
      • F.C. p/ Cart. --> número de faltas cometidas por cada cartão mostrado
  • Cartões até aos 55' --> semelhante ao ponto anterior, mas apenas com os cartões exibidos até aos 55' (altura até à qual a amostragem de um cartão pode condicionar de forma relevante o comportamento de jogadores amarelados)


Estatísticas acumuladas

Serão mostradas a partir da 2ª jornada. Para já não se aplica.


Classificação


Quando existem jogos em que o árbitro tem influência no resultado, nem sempre é possível afirmar com certeza absoluta que o resultado seria uma vitória ou empate do clube prejudicado. Por exemplo, se um grande desbloqueia um jogo com um golo de penálti inexistente aos 50', é legítimo que se diga que o adversário podia empatar o jogo, mas ainda havia muito tempo para o grande chegar à vantagem. Numa situação destas, a classificação com o pior cenário para o grande consideraria um empate, e a classificação com o melhor cenário consideraria a vitória.

Há uma regra que costumo usar: se um determinado erro que desbloqueia um jogo acontece depois dos 75', assumo que o resultado que estava na altura seria aquele que chegaria ao fim caso não tivesse havido o erro.


Jogos com influência da arbitragem no resultado

Ainda não houve nenhum.


Erros de arbitragem com o resultado em aberto



Como é evidente, estou aberto a sugestões sobre estatísticas a incluir que possam ser relevantes (desde que haja uma forma fácil de serem obtidas), e estou disponível para ouvir e discutir opiniões diferentes da minha sobre lances concretos. Não sou dono da verdade pelo que não terei problemas em admitir que estou errado se me convencerem disso. Desde que sejam a favor do Sporting, claro. :)

25 comentários :

  1. Antes de mais nada, compreendo a análise mas na minha opinião não houve penalty do Jefferson nem penalty sobre o Heldon.
    No lance do Jefferson, o lance é completamente à queima e compreende-se a decisão do árbitro, enquanto no lance do Heldon, na minha opinião o contacto não é suficiente para provocar a queda do jogador.

    De relembrar que o mesmo Heldon poderia ter acabado o jogo por volta do minuto 17...

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    1. Frederico, o que se passou no minuto 17? Não me lembro.

      Um abraço.

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    2. O Sporting estava a ganhar um zero, e o Heldon é isolado pelo Adrien (acho eu) e com a possibilidade de passar para o meio, onde André Martins e Montero estavam prontos para encostar, passa a bola ao guarda-redes....

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    3. Ah, sim, esse também foi crítico, mas não entra neste âmbito. :)

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  2. Mais uma vez grande trabalho. 2 ou 3 aspectos... Devia considerar também os erros de arbitragem com o novo decidido, p. ex. o Porto a 2anos só teve um penalti contra e quando já ganhava por 2 ou 3. O fora de jogo mesmo que não exista remate imediato se terminar em golo devia ser considerado lance crítico (desde que não existam interrupções pelo meio) pois pode ser o momento que desequilibra a defesa. Não considero o lance do Heldon penalti porque é carga de ombro, o que é permitido por lei, se fosse por trás ou com os braços (tipo Elíseu) era falta.. Assim não!
    Ainda bem que voltou a ter este trabalho.
    Um benfiquista.

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    1. Caro anónimo, na minha opinião, no caso de Héldon o jogador da Académica vê que não vai conseguir acompanhar o cabo-verdiano e muda bruscamente de direção para o empurrar com o ombro. Carga de ombro é quando os jogadores correm numa direção semelhante e tentam manter o balanço aquando do contacto. Não foi o que se passou com Héldon - ninguém conseguiria aguentar aquela carga. Um abraço.

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    2. Esqueci-me de referir o seguinte em relação às suas primeiras observações:
      - vou incluir também os erros com o jogo decidido (na coluna total), mas acho que é particularmente importante separar aqueles que são cometidos com o resultado em aberto;

      - não considero lances de fora-de-jogo sem remate imediato porque é muito difícil traçar a fronteira entre o que é um golo certo e o que não é: o avançado pode avançar ou falhar o remate, o gr pode defender, ou um defesa pode ainda alcançar o avançado.

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    3. Não se trata de ser golo certo ou não mas na sequência imediata de um fora de jogo. P. Ex. Se o jogador que faz o passe esta fora de jogo... Tem influência no golo e não foi por rematar mas passar.

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    4. Atenção, se é o jogador que faz uma assistência para golo que está fora-de-jogo e isso não foi assinalado, eu coloco-o como erro crítico: 3 exemplos em que o fiz: Montero no Sporting - Benfica, André Martins no Sporting - Porto, e Candeias no Nacional - Porto.

      O que eu não considero são foras-de-jogo mal assinalados que não dêem golo imediato.

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  3. Jogo do Sporting não concordo. 1) Não é falta sobe o Héldon. 2) Mesmo se fosse um erro para cada lado, teria sim influencia no resultado; A Académica teria chegado ao empate muito mais cedo = Pressão sobre os jogadores do Sporting e mais espaços para contra-Ataque da Académica.

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    1. Se vamos por esse prisma, caro anónimo, também é legítimo dizer que se a Académica tivesse empatado aos 34', então o Sporting voltaria a carregar no acelerador, e se depois no penálti de Héldon o Sporting fizesse o 1-2, a Académica ficaria mais desmoralizada.

      Tento evitar estados de alma neste tipo de análises. Parto do pressuposto que o clube grande fará sempre mais para chegar à vitória do que o adversário (que é o que acontece em 99% das situações). Um abraço.

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  4. Escrevo este comentário 2a vez porque a 1a desapareceu quando cliquei publicar…
    Não consigo compreender a análise destes lances com base na “posição natural” dos braços. Para mim, a posição natural dos braços é aquela que permite a manutenção do equilíbrio do corpo em qualquer momento. Quando uma pessoa se desequilibra para trás os braços imediatamente se levantam e mais rapidamente ainda descem para trás das costas para amparar a queda. Se o desequilíbrio for para a frente os braços vão para a frente relativamente flectidos para permitir amparar a queda e proteger a cabeça. Como os desenho animados tão bem retratam, nenhuma das posições seria considerada natural no critério do arbitro.
    A lei fala exclusivamente em intencionalidade. Nunca refere a posição natural dos braços mas percebe-se de onde vem. Se durante uma barreira os jogadores levantarem os braços e a bola for lá bater não há intencionalidade no movimento, até porque nem há movimento. Mas a intencionalidade prova-se pela colocação dos braços numa posição “não normal”. O objectivo era obviamente ocupar a maior área possível e isso é a intencionalidade que a lei menciona.
    Não foi o caso do Jefferson, como não é na esmagadora maioria das mãos que se assinalam em Portugal (no estrangeiro não sei). Para evitar o juízo de valor do árbitro (medo, muito medo) começou a aceitar-se a posição do braço como critério de intencionalidade. E isso para mim é um erro crasso.
    Chegou-se ao cumulo de termos defesas a disputar a bola na área com os braços atrás das costas. Como se isso fosse uma posição natural… o medo é que a bola lhes toque acidentalmente no braço, ou ate quem sabe propositadamente pelo atacante, e o árbitro use esse critério estúpido da “posição natural”.
    Convido-o a ver em câmara lenta uma disputa de bola entre 2 ou mais jogadores e focar-se exclusivamente nos braços. Movimentam-se por todo o lado, e em qualquer momento que haja um freeze da imagem os braços não estarão em „posição considerada normal”, seja la isso o que for.
    Percebo que o Mestre queira utilizar um critério uniforme e menos dado a interpretações mas para mim, esta a utilizar um critério errado.

    Saudações leoninas
    João Machado

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    1. João, concordo totalmente com a questão da intencionalidade vs. posição natural. Eu, se fosse árbitro, também não marcaria mão no lance do Jefferson.

      Mas é uma concessão que faço neste tipo de lances, porque os árbitros em Portugal usam a regra (errada, na minha opinião) da posição natural e do movimento feito pelo braço.

      Por exemplo: há uns anos, no Dragão, o Cédric estava sentado no chão apoiado com os braços para trás e a bola foi lentamente embater-lhe no braço. Não devia ser penálti, porque o Cédric nem sequer sabia onde estava a bola, pelo que não podia fazer nada para o evitar. Neste caso de Jefferson, ele vai disputar a bola e deveria ter procurado controlar os braços. Sei que é mais fácil dizer do que fazer, mas ele deveria ter pensado na possibilidade de a bola ser picada.

      Outro cenário: se um jogador remata, a bola ressalta em alguém e muda direção e bate numa mão em posição natural, não acho que deva ser marcado penálti, porque o jogador não disputava diretamente o lance e não era razoável que adivinhasse que ia haver um ressalto e que a bola se desviaria na sua direção.

      Como é com esta regra que temos que contar, e tem sido com esta regra que tenho trabalhado já desde o ano passado. Também não me agrada, mas a verdade é que "facilita" a vida aos árbitros e porque é mais fácil de avaliar objetivamente. Sei que é polémico (como toda esta temática), mas é a regra que uso.

      Um abraço.

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  5. Discordo dos critérios dos cartões amarelos. Segundo estes critérios, não é crítico um jogador fazer várias faltas merecedoras de cartão amarelo e não ser expulso, nem é crítico um jogador ser expulso injustamente depois de ver um cartão amarelo mal mostrado seguido de outro bem mostrado.

    Acho que seria mais adequado considerar como erros críticos a amostragem de cartões amarelos ou falta de amostragem de cartões amarelos com consequências nas expulsões. A análise fica mais difícil, mas seria mais justa.

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    1. O Sporting cedeu um empate com a Académica como consequência directa dos condicionalismos criados pela expulsão de William aos 66 minutos e nesse sentido foi prejudicado em 2 pontos.

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    2. Tanto mais porque ao haver uma dualidade de critérios que permitiram aos jogadores da académica "fazer várias faltas merecedoras de cartão amarelo e não ser expulso"

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    3. Caro anónimo, um cartão amarelo, em particular, mal mostrado ou por mostrar, cria condicionalismos mas não é crítico - não muda um jogo de um momento para o outro.

      Bem sei que há formas de uma arbitragem inclinar um campo só com base nas faltinhas de meio-campo e permitindo dureza a mais (não exibindo cartões amarelos), mas isso é muito difícil de quantificar e impossível de perceber o impacto que teve no resultado.

      Um abraço.

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    4. Mas são essas mesmas formas (digamos mais dissimuladas) que estão na base de benefícios em casos como o do apito dourado. Nenhum árbitro favorece intencionalmente uma equipa em prol da outra à descarada.

      Ou partimos do princípio de que apesar dos erros de arbitragem ao longo do campeonato haverá benefícios e prejuízos estaticamente semelhantes para todas as equipas e como consequência este tipo de balanços não faz sentido... Ou então partimos do princípio de que certas equipas são muito mais beneficiadas do que prejudicadas (e outras são muito mais prejudicadas do que beneficiadas), e como consequência as formas mais dissimuladas também devem ser tidas em conta.

      Dada a dificuldade de análise, talvez pudesse haver um critério crítico de um âmbito mais lato, como "tendência da arbitragem" que avalia a acumulação de vários pequenos casos que apesar não críticos só por si, mas com provável influência no resultado devido ao seu efeito cumulativo. (Um pouco à semelhança da amostragem de um cartão amarelo por acumulação de faltas menos graves.)

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    5. Sim, são poucas vezes à descarada (como o Capela no Benfica - Sporting).

      Em relação à opinião que deixa, respeito-a mas acho-a ainda mais difícil de concretizar, se não mesmo impossível. Tento usar dados objetivos, e quando dou a minha opinião tento seguir regras para garantir a coerência. Se entrasse em lances de faltas e amarelos seria infinitamente mais difícil.

      Um abraço.

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    6. A subjectividade faz parte do jogo e da vida. Repare que há arbitragens claramente tendenciosas, com influência no resultado, que passariam incólumes por estes seus critérios. Ao dizer isto não pretendo desacreditar o seu trabalho de balanço, acho-o muito meritório, apenas criticar de forma construtiva.

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    7. Ao longo do ano passado apercebi-me perfeitamente disso. Por exemplo, no Estoril - Sporting, em que o Pedro Proença fez tudo aquilo que não mensurável pelos critérios que aqui uso: dualidade de critérios, quebrar o ritmo do jogo a toda a hora, permitir entradas para amarelo sem punição.

      O facto de colocar agora o nº de faltas e o nº de faltas por cada amarelo vai precisamente ao encontro desse tipo de arbitragens, mas tenho consciência que é insuficiente. Tentei pensar em outros indicadores que fossem fáceis de medir, mas infelizmente não encontrei...

      Um abraço.

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  6. Excelente trabalho Mestre!

    Virei sempre com informações que julgue pertinentes para que o Mestre possa acrescentar a esse belissimo trabalho de informação!

    Grande Abraço Leonino

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  7. Boa tarde Mestre
    Ante de mais os meus parabéns pelo excelente blog, seguido desde que tive conhecimento da sua existencia.
    Apenas um pequeno comentário ao post:
    - tenho a impressão, para não dizer a certeza, que no 2º golo do porto, o jakson domina a bola com o braço....sei que o lance não teve influencia no jogo, foi aos 90 e tal minutos, mas não deixa de ser ilegal.....
    Abraço e continuação de bom trabalho...

    Mauro Rebelo

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    1. Viva Mauro. Não me apercebi disso, mas também não vi repetições do golo. Sei que isso não foi referido na CS. Se tiver oportunidade verei melhor. Obrigado e um abraço.

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