![]() |
| Dezembro de 2010 |
Salta à vista o barrete bem enfiado na capa desta edição natalícia do jornal O Jogo. Não me refiro ao gorro do Pai Natal colocado no logotipo da publicação, mas sim à categórica afirmação do presidente Pinto da Costa sobre a permanência de Villas-Boas no clube por mais de dois anos.
Justiça seja feita ao decano dirigente, ninguém (nem mesmo ele) poderia adivinhar o estrondoso sucesso do Porto nessa época, que tornou o jovem treinador irresistível para clubes com folhas salariais mais generosas, relativizando o encanto da sua cadeira de sonho.
Mesmo assim, Pinto da Costa até conseguiria minimizar os danos da saída repentina de Villas-Boas, roubando-lhe o adjunto e fazendo dele um treinador de sucesso durante os dois anos que se seguiram.
Outros tempos...

Mais uma intervenção de mestre como diria o ROC.
ResponderEliminarO homem de facto não falha uma :)
Destaco também esta perola "Villas Boas e Mourinho têm o mesmo profissionalismo: a diferença é a paixão pelo porto". Não duvido. Acredito muito mais no AVB como adepto de sofá do Porto que o Mourinho :)
Veremos se Vilas Boas não substitui o Fonseca para acabar de enterrar a sua carreira como treinador (o empresário que lhe arranjar uma nova colocação, excluindo o porto, merecerá de facto um premio qq)
Lopes, infelizmente para Pinto da Costa a paixão de Villas-Boas valeu 0 à primeira oportunidade que teve para a demonstrar a sério.
EliminarE creio que Villas-Boas só voltará ao Porto quando não existir ninguém que lhe pegue em Espanha e em Itália -- o mercado inglês em princípio acabou para ele.
Infelizmente quando vejo treinadores e jogadores a acenarem com o fator "paixão", vale muiro pouco. O fator "paixão" só tem algum peso no futebol quando é o árbitro Bruno a apitar um jogo... :)