O jogo não foi grande coisa, mas as jogadas que estiveram na origem dos dois golos valem o preço do bilhete. O primeiro pela verticalidade e objetividade da circulação de bola entre Mathieu, Bruno Fernandes, Nani e Raphinha, o segundo pela raça de Acuña e Montero a recuperarem a bola, e a classe do colombiano para desembaraçar do adversário - Raphinha e Jovane fariam (também muito bem) o resto.
Aqui ficam os golos. Vale a pena rever.

Bons lances de envolvimento ofensivo, a equipa parece estar a crescer bem nesse capítulo. Especial menção ao Raphinha que traz uma capacidade de decisão no último terço bastante superior ao Gelson, apesar de não ser tão forte no 1vs1.
ResponderEliminarO que me preocupa é o processo defensivo que me parece ser ainda muito deficiente. Não só nas transições defensivas mas também em organização. Muito espaço nas costas do duplo pivot, o que acaba por ser estranho. Talvez tenha havido relaxamento por ser contra o Qarabag, que foi incapaz de aproveitar os nossos erros, mas é muito importante que contra o Braga sejamos mais fortes neste capítulo.
SL