A 11 de julho de 2013, o mesmo dia em que Bruma rompeu com o Sporting, Bebiano Gomes foi entrevistado na TVI, onde apresentou os argumentos que levaram a essa tomada de posição do jogador.
Como recordar é viver, vale a pena ver este pequeno vídeo e conferir o que disse Bebiano Gomes sobre o interesse de outros clubes portugueses em Bruma:
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(via canal de YouTube Not Alone)
"Já houve algum contrato exploratório que seja com os representantes de Bruma para um outro clube em Portugal?"
"Não, neste momento não.", respondeu o advogado.
Sabemos agora que não foi bem assim, considerando que o Benfica já trabalhava com Bebiano Gomes há pelo menos quatro dias antes da data desta entrevista.

Não foi preciso descobrir os emails para sabermos que foi isso que se passou, toda a gente sabia que era isso que se passava, o próprio lampião F. Seara ia se rindo nos jantares do carnide do roubo que estavam prestes a fazer, só que o tiro saiu-lhes pela culatra. para conhecimento dos sportinguistas esta matéria é até irrelevante, o que é relevante é se é possivel utiliza-la para fundamentar queixa na FIFA, esse é o aspecto que gostaria de ver discutido.
ResponderEliminarMais depressa se apanha um mentiroso que um coxo. Num país a sério nem metade disto valiam a despromoção e sérios problemas ao Carnidense, mas em Portugal prefere-se assobiar para o lado, é uma vergonha, um ano depois de todos os emails que se conhecem virem à tona, não há uma posição oficial da liga ou da federação.
ResponderEliminarQue país este. Um juiz comete uma ilegalidade e é a policia que é punida. Onde uma instituição tem toupeiras na justiça e nada acontece Este país não é decididamente para homens honestos.
ResponderEliminarHavia de haver alguém, que conseguisse que estas situações de falta de democracia e falhas clamorosas das instituições portuguesas, tais como a justiça, federação portuguesa de futebol, assembleia da república, fosse noticiada em outros países e na fifa, para saberem, o que se está a passar em portugal, actualmente eu sinto-me um prisioneiro no meu próprio país, isto nem no tempo do salazar.
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