domingo, 25 de setembro de 2016

Liga Allianz, 2ª jornada: Sporting 9 - Viseu 2001 0

Segunda jornada da Liga Allianz, segunda vitória das Leoas, desta vez com uma goleada arrasadora de 9-0 contra o Viseu 2001. Os golos foram marcados por Solange Carvalhas (4), Ana Capeta (2), Tatiana Pinto (2) e Fátima Pinto.

Nuno Cristóvão repetiu o onze que vencera o Belenenses há duas semanas: Patrícia Morais; Rita Fontemanha, Bruna Costa, Matilde Figueiras e Joana Marchão; Patrícia Gouveia, Fátima Pinto e Tatiana Pinto; Diana Silva, Solange Carvalhas e Ana Capeta.




O Sporting partilha neste momento a liderança com Braga e Vilaverdense. Na próxima jornada há uma visita complicada ao Clibe de Albergaria, que nesta jornada impôs um empate a zero ao atual campeão nacional, o Futebol Benfica.



A ação defensiva de Bryan Ruiz

É opinião quase unânime, entre os sportinguistas, de que o jogo de Vila do Conde começou a ser perdido pelo facto de existirem elementos da equipa que não fizeram o trabalho de apoio defensivo necessário, permitindo que os adversários seguissem sem grande oposição até perto da área do Sporting.

Contra o Estoril, Bryan Ruiz recuperou a titularidade e demonstrou, por várias vezes, que a segurança defensiva depende muito do trabalho que os jogadores mais adiantados fazem quando o adversário tem a bola em seu poder.

Dou, como exemplo, três intervenções defensivas de Bryan Ruiz na primeira parte. Na primeira, Bryan tem a preocupação de recuar rapidamente perante uma potencial situação de 3x3, e uma vez garantida a superioridade numérica preocupou-se em preencher o espaço vazio na linha defensiva. Na segunda, fez um movimento para o interior de forma a fechar no meio, onde não havia qualquer outro colega para travar uma progressão sem oposição do jogador do Estoril que levava a bola. Na terceira, resolveu sozinho uma situação de ataque da equipa adversária pelo seu flanco.

Aqui fica um pequeno vídeo com essas três situações:



P.S.: a equipa feminina de futebol disputa hoje a segunda jornada da Liga Allianz contra o Viseu 2001. O jogo será disputado na Academia de Alcochete às 15h. Estas são as convocadas para o embate de logo.


sábado, 24 de setembro de 2016

Noite de gigantes

Foi, literalmente, uma noite de gigantes. Realizando uma exibição agradável - apesar de um pouco inconsistente pelos altos e baixos apresentados ao longo dos noventa minutos -, o Sporting conseguiu vencer o Estoril de forma confortável, graças aos 3 golos marcados pelos seus gigantes: Dost e Coates. No entanto, houve mais gente grande a destacar-se para além do holandês e do uruguaio - como William e Bryan Ruiz -, para além de outras figuras que, não sendo grandes em termos de envergadura física, souberam estar à altura dos acontecimentos.

A partida decorreu em sentido único, com o Sporting a dominar por completo um Estoril muito recuado e concentrado na faixa central - convidando, de certa forma, o Sporting a usar e abusar das incursões pelos flancos. O resultado ficou em 4-2, mas não traduz, de forma alguma, o diferencial de rendimento e oportunidades de golo criadas entre as duas equipas. Houvesse mais acerto na finalização, e o resultado poderia bem ter sido uma goleada das antigas.





(via @_goalpoint)
William de régua, esquadro, transferidor e compasso, mas também de vassoura e pá, e ainda de pilhas Duracell - exibição impressionante de William, a todos os níveis. Esteve exemplar na organização e distribuição de jogo, com o destaque óbvio para o papel desempenhado no 3º (assistência) e no 4º golo (passe para assistência). É, aliás, impossível não ficar de boca aberta com o passe que fez para o segundo golo de Dost, uma obra de arte que glorifica a sua rapidez e precisão de raciocínio e execução. Defensivamente, limpou todas as iniciativas de ataque do Estoril, realizando 15 (!) recuperações de bola. Fisicamente impressionante, venceu praticamente todos os duelos e disputas de bola em que esteve envolvido, e ainda conseguiu encontrar energias para fazer sprints aos 90 minutos. Para ser perfeito, faltou-lhe apenas marcar a oportunidade de que dispôs perto do fim.

Temos matador - Bas Dost chegou, viu e marcou, marcou, marcou. Já leva quatro golos em três jogos para o campeonato, mas os da noite passada foram de uma qualidade que deixam antever muitas redes a balançar até ao final da época. Para já, vai confirmando a fama que ganhou na Alemanha: inteligente, com recursos técnicos muito interessantes, e extremamente oportuno.

Gelson, o suspeito do costume - foi o grande agitador do ataque do Sporting. Entendeu-se bem com João Pereira e conseguiu furar várias vezes a densa cortina amarela. Numa delas, fez o cruzamento para o primeiro golo de Dost. Em seis jogos da Liga, já leva dois golos e quatro assistências. Mais palavras para quê?

João Pereira todo-o-terreno - ofensivamente muito dinâmico no seu flanco, defensivamente teve um conjunto de intervenções preciosas que evitaram mais dissabores. Continua a fazer um belo início de época, merecendo ser o dono do lugar.

A diferença de ter Bryan - o ponto alto da exibição do costa-riquenho foram as duas assistências para os golos de Coates e André, mas também é justo que se reconheça a importância que tem no equilíbrio da equipa. Sabe quando tem de recuar, sabe quando tem de fechar dentro, sabe quando tem de fazer dobras, e ontem demonstrou-o em várias ocasiões. Ponto negativo: mais um punhado de oportunidades falhadas - uma das quais, há que dizê-lo, só não entrou porque Moreira fez uma grande defesa.



Corpos estranhos à equipa - Jefferson continua a não dar confiança. Até se pode dar o desconto de não ter rotinas com os colegas, por ser pouco utilizado, mas isso não explica tudo. Ofensivamente, não conseguiu tirar partido do muito espaço que teve à disposição - nenhum dos vários cruzamentos que fez encontrou um colega na área. Nas disputas de bola, entrou sempre a medo, perdendo quase sempre os duelos ou deixando a equipa desequilibrada. Alan Ruiz entrou em modo complicativo, tentando forçar dribles em situações de clara desvantagem numérica que, invariavelmente, redundavam na perda de bola. Saiu, sem surpresa, ao intervalo. 

A má gestão de esforço - Elias parece que entrou cansado. Se quer demonstrar que é um jogador diferente daquele que esteve cá em 2011/12/13, é bom que não faça muito mais jogos abaixo dos mínimos exigíveis. Markovic, recém-entrado em campo, não pode alhear-se das tarefas defensivas quando perde uma bola. A apatia que revelou no lance do 3-1 fica-lhe muito mal. Gerir esforço não pode ser isto.

A cerimónia revelada no momento de rematar - houve pelo menos um par de ocasiões em que se justificava mais o remate do que um passe a procurar um colega (supostamente) em melhor posição. Quando há boas condições para alvejar a baliza, mais vale não hesitar e fazê-lo.



A gestão de esforço que se aceita - a equipa entrou em descompressão após o 3-0. Não é bonito, era certamente mais entusiasmante se continuassem a carregar sobre o Estoril à procura da goleada, mas estando o jogo resolvido e havendo uma partida importante na terça-feira, é razoável que isso aconteça. Pelo meio, ainda deu para André se estrear a marcar.

O regresso de Capela - considerando o passado do árbitro com o Sporting e a previsível animosidade no seu regresso a Alvalade, João Capela revelou, de uma forma geral, sensatez na condução do jogo. Antes do primeiro golo houve um par de jogadas de perigo na área do Estoril que me pareceram (no estádio) cortadas prematuramente. O facto de o Sporting ter marcado cedo acabou por tornar a partida simples de dirigir, e o árbitro soube tirar vantagem disso não complicando. A partir daí, tirando uma ou outra decisão errada (para ambos os lados), fez uma boa arbitragem. 



Exibição bastante aceitável que fica um pouco manchada pelos dois golos sofridos. De qualquer forma, foi uma vitória importante por quebrar a sequência de duas derrotas, e também foi positivo o facto de Jesus ter podido gerir o esforço de certos jogadores já pensando no embate com o Légia.

Bas Dost!

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Os convocados para a receção ao Estoril


Jogando duas partidas consecutivas em casa separadas por quatro dias, não há desculpas para não se apresentar hoje o melhor onze possível. Garanta-se primeiro a vitória contra o Estoril, e só depois disso se comece a fazer a gestão física do plantel.

Em relação à convocatória, Schelotto e Marvin Zeegelaar ficam de fora por problemas físicos, Douglas entrou para o lugar de Paulo Oliveira. De resto, mantém-se inalterada em relação à última partida.

Não sei qual o onze que entrará logo em campo, mas espero que se desfaçam alguns equívocos que Vila do Conde expôs, nomeadamente a não titularidade de Bas Dost e a utilização de Joel Campbell na esquerda.

Com amigos destes, quem precisa de inimigos?

Merece uma leitura atenta o post de ontem do blogue Leoninamente, de autoria de Álamo, que, no seu estilo inconfundível, faz algumas considerações sobre o artigo de opinião que Carlos Barbosa da Cruz escreveu ontem no Record: LINK.

Não poderia estar mais de acordo com Álamo. Confesso - e não é de agora - que me mete uma enorme confusão o facto de determinados sportinguistas, com espaços de opinião nos media, revelarem uma total incapacidade (ou falta de vontade) de levar em linha de conta os interesses do clube quando escolhem os temas que irão abordar nos seus artigos.

Não me entendam mal: não é uma questão de querer impor algum tipo de censura aos sportinguistas que têm acesso a esses espaços. Cada um é livre de escrever aquilo que entende, seja sobre questões positivas da vida do clube, seja sobre assuntos mais polémicos. No entanto, esses sportinguistas já deveriam ter percebido que, de há anos para cá, não falta quem faça questão de explorar, até à exaustão, todas as polémicas e pseudo-polémicas que envolvem o Sporting, seja nos espaços de opinião dos notáveis rivais, seja nas próprias linhas editoriais daqueles (demasiados) jornais, rádios e televisões que têm, nos ataques ao Sporting, um dos seus objetivos primordiais.

Se ainda existe uma réstia de desejo em ajudar o clube nas suas inúmeras batalhas, seria razoável que, pelo menos, pensassem duas vezes antes de partir para a crítica. É um assunto incontornável? É importante alertar os seus leitores para um problema pertinente? Então critique-se. É um tema secundário no meio de muitas outras questões tão ou mais relevantes? Então siga-se em frente e coloque-se o foco nessas outras questões.

Neste caso em particular, Carlos Barbosa da Cruz ocupou metade do seu espaço de ontem a criticar Frederico Varandas, um elemento da estrutura que tem feito, desde que chegou ao clube, um trabalho notável, por algo que aconteceu há mais de três semanas. Pior: chegou ao ponto de recomendar a Frederico Varandas que meta o sportinguismo na gaveta (!!!), como se o sportinguismo fosse algo incompatível com a competência e um obstáculo ao profissionalismo. A meu ver, é ao contrário: a paixão ao clube só pode fazer disparar a determinação e a vontade de ajudar o clube nas piores das circunstâncias. Se a um sportinguismo incondicional juntarmos níveis elevados de competência, então estaremos perante a combinação ideal de qualidades que um funcionário do clube pode ter. 

Contra o Porto, Frederico Varandas fez, de facto, algo que não devia. Mas, considerando que se tratou de um episódio inédito no seu percurso, que a suspensão de um médico é uma questão completamente secundária, e que é algo que ocorreu há várias semanas, havia alguma necessidade de Carlos Barbosa da Cruz recuperar este assunto, nestes termos? Era assim tão difícil encontrar um tema mais atual, ou - agora para algo completamente out of the box - tentar ajudar a relançar a confiança dos sportinguistas na equipa após uma semana muito complicada? 

Com amigos destes, quem precisa de inimigos?

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

A fábrica das mentiras

Texto publicado por Tiago Cabral no blogue És a Nossa Fé: LINK.

35 milhões de euros em cash é dinheiro à vista

Na conversa de amigos que teve na TVI no princípio do mês, Luís Filipe Vieira explicou, da seguinte forma, a decisão de vender Renato Sanches antes do Europeu:


"35 milhões de euros em cash, é dinheiro à vista, é muito dinheiro", disse o presidente benfiquista. Interpretei isso (e creio que a generalidade das pessoas o terá interpretado da mesma forma) como sinal de que o Bayern pagou os 35 milhões a pronto. Certo?

Mas se é assim, como se explica isto que está na apresentação que o Benfica fez ontem à CMVM dos seus resultados consolidados?


Não confundir prestações com o valor que o Benfica ainda poderá receber se os objetivos forem cumpridos. Havendo uma primeira prestação, isso implica a existência de, pelo menos, uma segunda prestação de uma obrigação reconhecida por ambas as partes num negócio. Os objetivos de Renato, prováveis ou não, não são uma certeza absoluta. Por isso, falamos de duas coisas diferentes.

Fica a pergunta: como é que algo pago a pronto, em cash, em dinheiro à vista, é, afinal, pago em várias prestações?

O maior lucro de sempre


Começo por constatar o óbvio: ter um lucro de €20M é muito, muito, MUITO melhor do que ter um prejuízo de €32M. As contas de 2015/16 do Benfica são, globalmente, muito mais positivas do que as do Sporting.

Agora que isso ficou bem claro, tenho algumas observações a fazer sobre o maior lucro de sempre do Benfica.

De registar que estes €20M de lucro tiveram um contributo decisivo do recorde de receitas na Liga dos Campeões (acima dos 30 milhões) e os 81,9 milhões registados em vendas de jogadores. A dependência deste tipo de receitas é, portanto, bastante acentuada. Nada que seja preocupante, havendo mercado para os jogadores do clube.

De referir, no entanto, que destes 81,9 milhões em vendas de atletas, pouco menos de metade são, na realidade, mendilhões, fruto das transferências de Ivan Cavaleiro e Gaitán. Os restantes milhões (os reais) vêm das vendas de Renato Sanches e Lima.

Coloquemos o foco em duas transações: a venda de Gaitán por 25 mendilhões, e a compra de Jimenez por 22 mendilhões. 

Por um lado, as mais-valias de Gaitán (não especificadas no resumo) entram na totalidade nestas contas, em milhões. Para fazermos uma estimativa daquilo que o Benfica lucrou com esta venda, deveremos subtrair, aos 25 milhões (no R&C aparecem como milhões), as comissões e os valores não amortizados. Suponho, por isso, que as mais-valias de Gaitán rondem os 20 milhões, assumindo os 10% habituais de Jorge Mendes e o tempo de casa que Gaitán já tinha. 

Por outro lado, na vertente dos custos, apenas se contabilizaram um quinto (contrato de cinco anos) dos 10 mendilhões de Jimenez. Isto porque os outros 12 só foram adquiridos em julho de 2016 - e só aparecerão nas contas de 2016/17. Ou seja, apenas 2 mendilhões entram nas contas de 2015/16, na forma de 2 milhões, bem entendido. 

Se os valores forem estes, a permuta Gaitán / Jimenez terá gerado um lucro imediato de 18 milhões. Os 20 milhões de Jimenez que ainda não foram contabilizados como custos, serão distribuídos equitativamente ao longo das próximas quatro épocas de contrato do jogador.

Ou seja, se não tivesse existido esta permuta, o Benfica teria apresentado um lucro de cerca de 2 milhões.

Se, em alternativa, a permuta tivesse sido contabilizada por valores mais realistas, e mantendo-se o diferencial (por exemplo, Gaitán vendido por 15 milhões e Jimenez contratado por 12 milhões, a dividir em duas parcelas), então isso representaria uma talhada de quase 10 milhões nos lucros desta época do Benfica.

É por causa de operações destas que o crescimento do ativo (de 430M para 476M) e do passivo (de 429M para 455M) do Benfica têm pouco significado. O empolamento artificial dos Cavaleiros, Gaitans, Pizzis e Jimenez tem esse efeito: fazem disparar os lucros no imediato, empurram custos para o médio / longo prazo, aumentam o ativo, aumentam o passivo, e melhoram o rácio faturação / dívida bancária. Fica logo tudo com um aspeto muito mais saudável, como camadas de base sobre uma pele manchada ou enrugada.

Um indicador mais interessante (e fiável) é a evolução do endividamento, que não pode ser contraído nem reembolsado em mendilhões. Aí podemos ver que...


... no ano de maior lucro da história do clube, a dívida apenas desceu €1M em relação à época anterior. Assistimos, portanto, a mais uma época em que o Benfica é dos clubes que mais "vende" a nível europeu, e mais uma época em que o Benfica continua a não abater significativamente a sua dívida, apesar das promessas repetidas de Luís Filipe Vieira nesse sentido.

P.S.: para aqueles que vierem apontar o dedo ao facto de não me preocupar com as contas do Sporting, já foi feito um post no momento em que o relatório e contas de 2015/16 foi apresentado. Pode ser lido aqui: LINK.

P.S. 2: ainda assim, será feita uma análise mais detalhada e comparativa das contas dos três grandes quando o Benfica apresentar as contas em detalhe (ontem foi publicado apenas uma espécie pincelada geral) e o Porto divulgar o seu R&C de 2015/16.

P.S. 3: para efeitos de comparação com o quadro acima, e respondendo ao pedido de várias famílias neste post, aqui está a evolução do endividamento do Sporting para o mesmo período.


quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Curiosidades estatísticas das primeiras 5 jornadas da Liga NOS

(dados retirados do site squawka.com)

Faltas: O Setúbal é a equipa que mais faltas sofre, e que tem maior diferencial entre faltas cometidas e sofridas. O Sporting é a terceira equipa que mais faltas sofre. Ao contrário do que seria expectável, Benfica e Porto são das equipas que menos faltas sofrem. O Estoril é a equipa que menos faltas cometeu (57). Será curioso ver se manterão a média em Alvalade.



Disputas aéreas: o Porto é, de longe, a equipa que ganha maior percentagem de duelos aéreos.

 


Posse de bola e passes:  o Sporting é a equipa que mais posse de bola teve no conjunto dos cinco jogos, e é também a equipa que mais vezes passa a bola, e que o faz de forma mais acertada. Sporting e Benfica são as equipas que, em média, mais privilegiam o passe curto.



Remates: o Benfica é, de longe, a equipa mais rematadora, graças, sobretudo, a remates realizados fora da área. Dos três grandes (que são as três equipa mais rematadoras), o Sporting é a equipa que mais vezes remata na direção da baliza (62%). O Porto acerta menos de metade dos seus remates, apesar de ser a equipa que mais vezes remata dentro da área.



Golos marcados: o Benfica é a equipa que mais golos marcou, curiosamente revelando uma boa eficácia quando remata dentro da área, e uma péssima eficácia quando remata fora da área. É a equipa que mais golos marcou de cabeça. O Paços de Ferreira, apesar de já ter 8 golos marcados, não conseguiu nenhum de cabeça. O Estoril, próximo adversário do Sporting, é a equipa que tem maior percentagem de golos marcados fora da área (66%, ou seja, 2 dos 3 faturados).



Bolas paradas: o Setúbal é, até ao momento, a equipa mais forte, com cinco golos marcados (dos seis que tem no total). Marítimo, Arouca e Chaves ainda não marcaram de bola parada.



Golos sofridos: os quatro golos sofridos pelo Benfica até agora foram todos marcados de cabeça.