quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Sporting - Vilaverdense

Sorteio realizado há pouco para os oitavos de final da Taça de Portugal:

Rio Ave - Benfica
Marítimo - Cova Piedade
Porto - V. Guimarães
U. Madeira - Aves
Sporting - Vilaverdense
Moreirense - Santa Clara
Caldas - Académica
Praiense - Farense

Sorteio favorável para o Sporting, que receberá o Vilaverdense, que ocupa atualmente a 4ª posição da série A do Campeonato de Portugal, a 8 pontos do líder, o Vizela. Nunca facilitando, mas dará para gerir o plantel num ciclo muito complicado de 8 jogos em 29 dias.






Vai ser um dia produtivo no trabalho, vai...

Youth League às 14h, UEFA Futsal Cup às 16h, Liga dos Campeões às 19h45, e uma deslocação complicada da equipa de andebol ao pavilhão do Águas Santas às 21h. Vai ser um dia produtivo no trabalho, vai...


A greve, take 2

A APAF voltou à carga e anunciou uma nova greve dos árbitros para a próxima jornada da Liga. Mas é uma greve muito especial: não é suposto abranger toda a classe, havendo apenas alguns árbitros que se declararão indisponíveis para apitar no próximo fim-de-semana. Nem seria de esperar outra coisa desta classe submissa, que no seu historial realizou apenas um boicote contra um único clube, o Sporting - por motivos ridículos quando comparados com outros episódios bem mais graves que vão acontecendo todos os anos -, pelo que nunca se atreveria a fazer uma greve a sério em fim-de-semana de Porto - Benfica.

Ontem, o Record revelou que, afinal, a única consequência da greve será...


... a inviabilização do VAR.

Portanto, podemos concluir que a classe dos árbitros não é apenas cobarde e submissa: é também muito pouco inteligente. O VAR, apesar das falhas registadas, tem sido aquilo que tem impedido o desempenho geral da arbitragem de ser um desastre completo - viu-se como foi na Taça. Os árbitros estarem a abdicar propositadamente dessa ferramenta para marcar uma posição é o maior tiro nos pés que poderiam dar. A não ser, claro, que o objetivo seja boicotar o VAR, por estar a expor de forma ainda mais evidente a falta de competência de certos árbitros e dificultar a vida aos que têm determinadas missões a cumprir...

terça-feira, 21 de novembro de 2017

O Benfica apresenta "O Novo Apito Dourado"

O Benfica estreou ontem um programa que, supostamente, serve de resposta às sessões semanais de tortura a que têm sido submetidos todas as terças-feiras no Porto Canal, desde que Francisco J. Marques passou a divulgar os famosos emails. O formato escolhido é semelhante ao do Universo Porto da Bancada, com um painel formado por quatro pessoas: Luís Costa Branco, o pivot; José Marinho, diretor-de-qualquer-coisa-na-comunicação-do-Benfica; António Rola, isento árbitro jubilado e especialista em recursos humanos; e António Bernardo, comentador da BTV.

Tive oportunidade de ver a parte do programa dedicada a este tema, e acho pertinente fazer alguns comentários em relação ao que vi, tanto no programa propriamente dito, como em relação às reações que se sucederam à sua emissão.


O conteúdo

Foram divulgados alguns nomes da estrutura portista que, segundo o programa, têm como missão movimentar-se nos bastidores do futebol português para conseguir obter determinados tipos de benefícios, utilizando vários métodos supostamente ilícitos. José Marinho deu alguns exemplos, como os Super Dragões serem utilizados como uma espécie de braço armado para intimidar os árbitros e respetivas famílias, a existência de ligações próximas entre um elemento da estrutura portista - António Perdigão, conselheiro para assuntos de arbitragem - e o motorista assignado pela AF Porto ao árbitro Rui Costa, ou a existência de telefonemas feitos por Pinto da Costa a um árbitro internacional para tentar acabar com a greve anunciada (e entretanto cancelada) há algumas semanas. Disse também ter em sua posse um email enviado por um alto dirigente da FPF a um alto dirigente do Porto, onde terá havido divulgação de informação confidencial. Recuperou ainda alguns episódios que já eram do conhecimento público, como as alegadas pressões de Luís Gonçalves sobre o árbitro Tiago Antunes.

Sabendo que o Porto atual continua a ter a mesma liderança que tinha nos anos 80, 90 e no Apito Dourado, não me custa absolutamente nada a acreditar que exista um fundo de verdade nas situações relatadas. O problema é que, não havendo provas, não havendo testemunhos, não havendo nada de concreto para suportar as suspeitas lançadas, tudo o que foi dito não passa de uma mão cheia de nada. Enquanto o Porto tem revelado situações claras de ilegalidade - de tráfico de influência e, potencialmente, de corrupção -, devidamente suportadas pelos emails, o Benfica estabeleceu apenas ligações que poderão ser consideradas suspeitas, mas sem concretizar a existência de qualquer ilegalidade. 

Se o Benfica tem mails e outras provas documentais em seu poder, convém que as mostre de imediato - caso contrário, não se augura grande futuro para esta iniciativa. Enquanto não houver nada de concreto para exibir, a única coisa que o Benfica conseguirá retirar deste programa é uma forma de tentar marcar a agenda mediática nos órgãos de comunicação social - com a prestimosa colaboração dos serviçais do costume (ver ponto seguinte) - e, em particular, dos programas de segunda-feira à noite. De qualquer forma, o principal objetivo do programa está longe de ser atingido.


Os serviçais

Não deixa de ser engraçado - apesar de não ser nada surpreendente - que o jornal A Bola, que durante semanas ignorou por completo as revelações feitas no Porto Canal sobre o polvo encarnado, não tenha perdido tempo a servir de caixa de ressonância sobre O Novo Apito Dourado. Às 18h30, ou seja, meia-hora depois do início do programa (que teve uma duração total de cerca de 90 minutos), o site do jornal já estava a reproduzir conteúdos revelados pelo Benfica:


Será de esperar uma postura inversa do jornal O Jogo. Não deverão ignorar por completo o programa da BTV, mas para já, no site, o destaque dado é mínimo.


Estão bem uns para os outros. Isenção é coisa que não abunda em qualquer um dos jornais.


E o Sporting, no meio disto tudo?

Vale a pena recordar algo que Horácio Piriquito, ex-membro do Conselho Fiscal da FPF, escreveu a Pedro Guerra num dos emails que levaram ao seu pedido de demissão: 
"Muitas vezes são as associações que estrangulam ou beneficiam os clubes conforme os alinhamentos 'clubísticos'. Por isso as corridas do SLB e do FCP ao domínio das associações. Se uma associação é Portista pode atrasar os pagamentos a um clube alinhado com o Benfica, e vice versa."

Estas frases, escritas em contexto de conversa privada entre camaradas afetos ao Benfica e amigos de longa data, demonstra bem que Os dirigentes de Benfica e Porto são os grandes cancros do futebol português. É um complemento elucidativo aos escândalos do Apito Dourado e do polvo encarnado - e, eventualmente, deste Novo Apito Dourado -, que em conjunto demonstram que existem dois clubes dispostos a fazer de tudo fora de campo para facilitar a vida dentro das quatro linhas. 

Comparado com isto, a denúncia caluniosa de Paulo Pereira Cristóvão é uma brincadeira de crianças - e, apesar disso, Paulo Pereira Cristóvão foi forçado a sair do Sporting no espaço de poucas semanas. Por sua vez, os presidentes de Benfica e Porto, enfiados até às orelhas nesta podridão, têm sido reeleitos sem contestação.

Mesmo não ganhando campeonatos há tanto tempo, é tão bom ser do Sporting...

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

VAR fora, dia santo na loja

Fim-de-semana alargado com mais uma eliminatória da Taça de Portugal, e a arbitragem portuguesa retomou a sua atividade presenteando-nos com exibições ao nível daquelas que tinha feito antes da paragem para os compromissos das seleções: miserável.

Em três jogos envolvendo os grandes do futebol português, não houve um que não tivesse pelo menos um erro grosseiro. Não vi os jogos dos nossos rivais, pelo que não posso afirmar que cometeram erros a beneficiar exclusivamente uma das equipas - os únicos lances que vi foram o da expulsão perdoada a Alex Telles e o do penálti perdoado a Varela -, mas o facto é que existiram decisões mal tomadas que poderão ter tido influência no resultado final.

No entanto, posso falar do que vi in loco em Alvalade e, mais tarde, pela televisão: uma quantidade desproporcionada de erros a favorecerem exclusivamente uma das equipas - não surpreendentemente, o adversário do Sporting.

A meio da primeira parte, ficou por marcar um penálti sobre Dost. O defesa do Famalicão não poderia ter sido mais óbvio no agarrão, prolongado e ostensivo, à camisola do holandês. Dos quatro pares de olhos da equipa de arbitragem que estavam no relvado, não houve um único que tivesse vislumbrado o sucedido.

Foi também óbvia a dualidade de critérios na marcação de faltas e na exibição de cartões, cumprindo-se mais um jogo que vai ao encontro de uma tendência já bem conhecida: os cartões saem com muito mais facilidade quando as faltas são cometidas por jogadores do Sporting. A partida terminou com 4 cartões amarelos mostrados a jogadores do Sporting (a maior parte por interrupção de ataques prometedores), contra apenas 1 mostrado a jogadores do Famalicão (nenhum por interrupção de ataque prometedor, e existiram vários).

Mas o lance mais inacreditável foi aquele que deu origem a uma grande penalidade marcada a favor dos visitantes:


Na mesma jogada, três erros consecutivos que acabaram por determinar uma oportunidade flagrante de o Famalicão reentrar na discussão do jogo: uma falta evidente sobre Battaglia que ficou por marcar imediatamente antes do cruzamento; posição irregular do jogador do Famalicão sobre quem é assinalado o penálti no momento do cruzamento; e não existe falta de Mattheus, pois é visível que não empurra o seu adversário - que, sentindo o braço do brasileiro nas suas costas, limitou-se a mergulhar para cavar a falta. 

Que a incompetência prolifera na arbitragem nacional, já todos sabemos. Mas fica difícil aceitar que se trata apenas de incompetência quando os erros acontecem todos a prejudicar o mesmo... porque, estatisticamente, seria expectável que pingasse um ou outro erro a prejudicar a outra equipa em campo.

Não é de estranhar que isto tenha acontecido numa competição em que não existe VAR. Não quer dizer que as arbitragens, com VAR, estejam a ser um modelo de isenção e competência - infelizmente, mesmo com VAR, continuam a cometer-se erros incompreensíveis -, mas ainda não tinha visto uma arbitragem deste calibre nesta época.

Acredito que, logisticamente, não seja possível à FPF ter VAR em todos os estádios nas primeiras eliminatórias, mas espero que Fernando Gomes anuncie a existência de videoárbitro, também na Taça de Portugal, já a partir dos oitavos-de-final. São só oito jogos, ou seja, menos do que uma jornada da Liga, pelo que não deverá ser difícil arranjar os meios humanos e tecnológicos necessários para que isso aconteça. E tem mesmo que acontecer, porque com os árbitros que temos, está mais que visto que não se pode facilitar.

sábado, 18 de novembro de 2017

Rui foi rei mais uma vez

A vitória de quinta frente ao Famalicão foi relativamente tranquila e não causou grandes sobressaltos ao coração sportinguista, mas devemos essa tranquilidade a mais uma enorme exibição de Rui Patrício. Assim se escreveu mais um capítulo de uma época em grande:



sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Fantasy journalism

As fantasy leagues (ou ligas virtuais) são um fenómeno cada vez mais popular entre os adeptos de vários desportos. O formato mais normal neste tipo de passatempos é bastante simples: cada pessoa dirige uma equipa e tem um orçamento para a formar, escolhendo um conjunto de jogadores que, ao longo da época, lhe irão dando pontos em função do seu rendimento nos jogos reais. O critério de escolha que cada pessoa segue costuma andar à volta das suas preferências pessoais (normalmente todos fazemos questão em incluir alguns jogadores da nossa equipa preferida) e da perceção dos pontos que cada jogador poderá dar ao longo da competição. Tudo isto, sempre dentro das limitações que os orçamentos impõem - nunca ninguém fica com todos os jogadores que escolheria caso não existisse qualquer restrição.

No jornalismo desportivo, e em particular no que diz respeito aos editoriais da nossa imprensa escrita, passa-se um fenómeno semelhante: quando escrevem, muitos diretores/subdiretores/adjuntos parecem limitados por determinados critérios à boa maneira das fantasy leagues, e não abordam todos os temas que deviam merecer a sua atenção - preferindo restringir-se a um sub-universo da realidade que coincide com os assuntos que não colocam em causa as suas crenças pessoais. Tudo aquilo que for demasiado delicado, é como se não existisse. É uma espécie de fantasy journalism à portuguesa.

Vem isto a propósito dos editoriais que Vítor Serpa e Nuno Farinha escreveram ontem n' A Bola e Record, no dia seguinte ao rebentamento do caso Piriquito:



Duas abordagens diferentes. Serpa foi direto ao tema do momento, mas, de forma relativamente habilidosa, dirigiu-o para onde mais lhe interessava: que os emails poderão não servir de prova; que os emails envolvem figuras menores e figuras mais representativas da administração; e que os responsáveis pelas ações condenáveis são gente pouco recomendável com quem a administração do Benfica não devia conviver nem deixar agir em seu nome.

Tudo isto é um enorme understatement. Primeiro, os emails poderão não servir de prova... mas também podem servir. Neste momento isso é irrelevante para a análise que deveria ser feita à atualidade. Segundo, o caso não envolve apenas figuras menores (suponho que se refira a Pedro Guerra) e figuras mais representativas da administração (suponho que se refira a Paulo Gonçalves): já mete administradores, como Domingos Soares Oliveira, e o próprio presidente Luís Filipe Vieira. Terceiro, a gente pouco recomendável a que Serpa alude é, quer queira, quer não, gente colocada pelas altas patentes do Benfica, de forma inteiramente consciente, para fazer precisamente o tipo de tarefas que os emails revelaram. Isso faz com que a administração e presidente sejam tão pouco recomendáveis como os indivíduos que contrataram para agir em seu nome.

Mas olhar para o editorial de Nuno Farinha é um exercício ainda mais fantasioso. Farinha não só ignora por completo a questão Piriquito e os emails que a levantaram, como tem a distinta lata de falar na redução da suspensão de Nuno Saraiva e do juiz que é adepto do Sporting e daqueles que usa cachecol e publica fotos no Facebook. No dia seguinte à demissão de um membro do Conselho Fiscal da FPF e do anúncio da federação de que vai entregar o caso à PJ, Nuno Farinha acordou repentinamente para o fenómeno do papel dos diretores de comunicação. Para piorar, usa como exemplo benfiquista um esclarecimento sobre uma falha no sistema de videovigilância da Luz - repito, no dia em que rebentou o caso Piriquito e em que houve uma exigência de demissão do Benfica de um juiz que nada fez de errado, Farinha escolheu dar como exemplo um esclarecimento sobre uma falha no sistema de videovigilância. Carlos Janela, ao ler tais argumentos, deve ter aproveitado para tirar notas para distribuir pela sua lista de contactos. Isto é o fantasy journalism elevado ao seu mais alto expoente.

A abordagem habilidosa de um e a abordagem descarada de outro têm, no entanto, uma coisa em comum: nenhum dos dois jornalistas aproveitou o seu espaço de opinião - que tanta vez é usado como local de critica cerrada ao Sporting e, em especial, a Bruno de Carvalho - para aquilo que, neste caso, seria o ponto essencial da análise ao que se passou no dia anterior: repudiar, de forma clara, as ações de Horácio Piriquito e do clube que dá guarida a Pedro Guerra. 

Para pessoas que se dizem tão preocupadas com o futebol português, é estranho que não o tenham feito. Infelizmente, já todos percebemos que as regras do fantasy journalism não são as mesmas que se usam no jornalismo sério.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Meça o tráfico de influências

Crónica de José Diogo Quintela na edição de hoje do Correio da Manhã:



Manobra de diversão


A resposta do Benfica às revelações da revista Sábado que levaram à demissão de Horácio Piriquito não tardou, mas revelou-se um tiro de pólvora seca:

Na sequência da redução do castigo a Nuno Saraiva, diretor de comunicação do Sporting, o Benfica pede a demissão de um dos juizes do Tribunal Arbitral Desporto (TAD), no caso José Manuel Gião de Rodrigues Falcato, disse fonte do clube da Luz ao nosso jornal. 

José Manuel Gião de Rodrigues Falcato integrou o colégio arbitral precisamente indicado por Nuno Saraiva (cada uma das partes indica um elemento, havendo ainda um terceiro juiz), mas as águias alegam ligação ao Sporting com base na página de Facebook de José Manuel Gião de Rodrigues Falcato. 

Numa publicação do dia 1 de outubro, dia do Sporting-FC Porto, o árbitro do TAD surge numa `selfie` no Estádio de Alvalade, numa fotografia, levando alguém a perguntar-lhe: «Já perdeste o cachecol do Sporting? Estás mais bonito sem ele», pode ler-se, ao que José Manuel Gião de Rodrigues Falcato responde: «Ahaha... sempre verde... com ou sem cachecol.» 

«Perante os factos, não resta outra alternativa senão demitir-se», disse ao nosso jornal a mesma fonte encarnada. 

Recorde-se que o TAD analisou o recurso interposto pelo diretor de comunicação do Sporting, Nuno Saraiva, após o castigo inicial de 45 dias imposto pela Federação portuguesa de futebol (FPF), e decidiu reduzir essa punição para nove dias.

Nuno Saraiva tinha recebido este castigo pelas suas declarações após o jogo com o Vitória de Setúbal, para a Taça da Liga, onde criticou o árbitro Rui Oliveira.

in abola.pt (LINK)


A argumentação benfiquista é ridícula: se o juiz do TAD é do Sporting e votou a favor da redução da pena de Nuno Saraiva, então deve demitir-se. É isto, e nada mais. Não há nenhum facto que demonstre que a decisão tenha sido errada, não há nenhum indício de favorecimento ilícito, não há conhecimento de nenhum pedido de favores, nem sequer demonstrações públicas de desrespeito por outros emblemas. Não há nada, que não seja a simples constatação de ser adepto do Sporting.

Se o critério fosse esse, não sobraria ninguém para ocupar este tipo de cargos: Fernando Gomes já foi administrador da SAD do Porto, Meirim é adepto benfiquista, e poderíamos seguir por aí fora. Seria uma razia total. Pior, ser-se adepto de outros clubes que não os três grandes não é suficiente para garantir isenção: há por aí adeptos do Barreirense e do Barcelona que são bem piores do que muitos benfiquistas...

Isto é apenas mais uma demonstração de que a comunicação benfiquista está completamente à deriva. Justiça seja feita: não é nada fácil defender-se o indefensável, pelo que a saída mais fácil acaba ser a criação de manobras de diversão para tentar desviar as atenções daquilo que é essencial. Infelizmente para Luís Bernardo e companhia, a carruagem começa a ganhar demasiada embalagem para ser travada com uns raminhos secos espalhados por cima dos carris.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Obviamente, demitiu-se

"Tenho que me demitir? O que passou se?"

Desfecho inevitável. Pena apenas patético o comunicado que Horácio Piriquito escreveu para anunciar a sua saída do Conselho Fiscal da FPF. Os mails revelados pela Sábado demonstram uma completa consciência da gravidade do que estava a fazer, pelo que é escusado vir com conversas daquelas.